Nesse começo de ano, um projeto “antigo” do Walmart de Realidade Aumentada exibido no SXSW, o maior evento de inovação do mundo, viralizou como se fosse o metaverso do comércio eletrônico.
Entre críticas contundentes a experiência de compra e elogios que as possibilidades que o novo formato apresenta, um fato não pode ser ignorado: as experiências virtuais de compra e relacionamento com marcas são cada vez mais estimuladas e aperfeiçoadas.
Dentro desse cenário, o exercício constante de repensar e atualizar embalagens fica ainda mais crucial. Hoje, ao apontar o celular para centenas de produtos em diversas categorias no varejo físico, já é possível ter acesso a conteúdos virtuais mapeados na embalagem através da Realidade Aumentada.
Em pouco tempo, os conteúdos virtuais serão exibidos apenas com o olhar do consumidor, considerando que os óculos estão evoluindo rapidamente, a tal ponto de não precisarem mais de estruturas robustas para exibir uma experiência de Realidade Aumentada. E isso pode acontecer tanto na experiência física de compra quanto em uma visita virtual ao supermercado.
É claro que ainda existe um desafio enorme para integração de sistemas e dispositivos, o que proporciona tempo suficiente e oportunidades de adequação aos novos formatos que estão em desenvolvimento. Mas a dica é: sua marca precisa estar preparada!
Em um futuro próximo, a exibição de conteúdos virtuais mapeados em embalagens físicas poderá ser tão “obrigatória” quanto uma tabela nutricional e os textos legais do produto.
Leia mais:
- Do público certo à operação eficiente: o caminho para lucrar mais no food service
- Tendências do mercado de food service para 2025 [Ebook]
- Momentos de crise são ótimas oportunidades de inovação e criatividade
- Retrospectiva 2018: Confira as mais lidas na Fispal Food Digital
- Eficiência Energética na Indústria Alimentícia: Guia
- Veto a adoçantes: Anvisa sinaliza que deve acatar orientação da OMS