A força do mercado brasileiro e o potencial de crescimento da América do Sul têm atraído cada vez mais fornecedores internacionais para a Fi South America, que nesta edição reúne empresas de 20 países. Para companhias globais, o evento representa uma oportunidade estratégica para apresentar tecnologias, ingredientes e soluções desenvolvidas em diferentes partes do mundo, mas adaptadas às demandas da indústria nacional.
Para a japonesa Nagase, o Brasil ocupa posição estratégica nos planos de expansão da empresa. Segundo Danilo Sawaki, gerente de negócios, enquanto mercados asiáticos já apresentam maior maturidade, a América do Sul ainda oferece amplo espaço para crescimento. “O mercado brasileiro e toda a América do Sul ainda são regiões emergentes, com muitas possibilidades de expansão. Em diversos segmentos, o mercado japonês já está bastante saturado, enquanto aqui ainda existe muito potencial para novos ingredientes e aplicações”, afirma.
A americana BTG Ingredients, representada no Brasil pela Asteri, também aposta na busca constante por inovação da indústria nacional. “O mercado brasileiro evoluiu muito nos últimos anos e hoje é bastante semelhante ao americano quando o assunto é inovação. As empresas buscam novos projetos, ingredientes e alternativas, especialmente no segmento de proteínas, que vive uma forte demanda. É isso que nos motiva a investir cada vez mais no país”, destaca Luiz Mizutani, diretor comercial da Asteri.
Já a suíça Lonza, líder mundial na produção de cápsulas vazias para suplementos e nutracêuticos, reforça que o crescimento acelerado do mercado brasileiro justifica a ampliação de sua atuação local. “O Brasil é um dos mercados que mais crescem para a Lonza. Nossa presença aqui acompanha essa evolução, sempre com foco em qualidade e inovação, para crescer junto com a indústria brasileira”, afirma Débora Lage, gerente de contas do mercado nutracêutico da empresa.
Sustentabilidade em prática na FiSA 2026