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Sorvetes de qualidade: Inovação quer proteger clientes e produtor

Você oferece sorvetes de qualidade? Inovação quer proteger clientes e produtor

De acordo com a engenheira de alimentos Katherine Helena Oliveira de Matos, uma pesquisa internacional identificou 84 ingredientes utilizados como matéria prima na composição de um hambúrguer simples. E muitos desses produtos vêm de diversos países. “Quantos ingredientes estão na matéria prima dos sorvetes e de onde vêm? ”, provoca Katherine.

Com o comércio de alimentos cada vez mais internacionalizado, é também cada vez maior a necessidade de um sistema de proteção desses alimentos, na opinião da engenheira de alimentos. Uma tendência que tem despontado entre pesquisadores é o conceito de Food defense (“defesa do alimento” em tradução livre) que foca em boas práticas para proteger os alimentos de adulterações intencionais.

Essas alterações, de acordo com Katherine, são um problema de saúde pública, normalmente associadas à fraudes e falsificações que visem ganhos financeiros - como o caso dos leites adulterados com amônia – ou sabotagem causada por algum colaborador insatisfeito com a empresa.

Outra solução disponível é acompanhar os parâmetros de qualidade na cadeia do frio. A também engenheira de alimentos, Caroline Dalla Corte, afirma que sorvete estraga sim, especialmente com o descongelamento e novo congelamento do produto, o que resulta em água no fundo do pote, cristais de gelo sobre o sorvete, esfarelamento, além de alteração de sabor do produto.

Quer saber como apresentar uma carne de melhor qualidade? Professor da UNESP ensina como fazer

Produtores e consumidores estão em jornadas que podem parecer paralelas, mas não são. Os primeiros querem reduzir custos e aumentar a produtividade

Produtores e consumidores estão em jornadas que podem parecer paralelas, mas não são. Os primeiros querem reduzir custos e aumentar a produtividade, enquanto os segundos procuram por carne com boa qualidade sensorial. Mas os dois objetivos estão ligados e podem ser atingidos com estratégias para reduzir patógenos e deteriorantes na carne bovina in natura.

Esse é o tema da palestra que o Professor Substituto de Tecnologia de Produtos de Origem Animal da DEST/FCA/UNESP (Departamento de Economia, Sociologia e Tecnologia/ Faculdade de Ciências Agronômicas/Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”), Guilherme Sicca Lopes Sampaio, apresenta em 8 de agosto, primeiro dia da TecnoCarne. Confira a entrevista:

Como de fato reduzir patógenos e deteriorantes na carne bovina in natura?

Existe um consenso técnico-científico de que uma abordagem multi-obstáculos, também conhecida como “teoria das barreiras”, composta por estratégias adotadas desde a propriedade rural até o consumidor final, constitui-se na melhor forma de reduzir patógenos e deteriorantes na carne bovina in natura.

Qualquer negligência ao longo da cadeia produtiva, inclusive pelo consumidor, pode resultar na perda da condição higiênico-sanitária estabelecida e mantida pelos demais elos envolvidos.

Quais os benefícios dessa redução para os produtores?

Com relação aos pecuaristas, algumas destas estratégias também reduzem custos de produção e melhoram rendimentos produtivos. Além disso, outras podem repercutir em bonificações por também promoverem a qualidade sensorial da carne. Entretanto, essas estratégias geralmente representam custos adicionais para os pecuaristas. Portanto, se não houver alguma forma de incentivo, as mesmas não serão implementadas ou mantidas pelos produtores rurais.

E para os produtos?

O maior benefício para os produtos está relacionado à inocuidade, mas também maior validade comercial, o que representa expressiva redução de custos para a cadeia produtiva. Isto também pode representar menor impacto sobre o SUS (Sistema Único de Saúde) devido a menor ocorrência de enfermidades veiculadas por alimentos. Entretanto, estas são pouco diagnosticadas e subnotificadas no Brasil, o que dificulta determinar o impacto dessas estratégias sobre o SUS, além também de não permitir o estabelecimento de políticas públicas adequadas.

E aos consumidores?

A garantia de estar consumindo um alimento seguro (inócuo).

Quais os desafios para realizar essa redução?

Esse tipo de avanço geralmente ocorre por meio de reivindicações do mercado consumidor, porém, fomentar a qualidade gera custos e os consumidores precisam estar dispostos a pagar a diferença. Temos a ilusão de que a carne bovina é um insumo de baixo custo, mas na verdade, somente carne de baixa qualidade é barata.

São os paradigmas da carne bovina brasileira. De um lado temos o mercado interno, que absorve 80% da produção nacional, em que, o preço em vez da qualidade, constitui-se no principal critério de compra da carne bovina, o que também está relacionado a alta taxa de abates clandestinos. Por outro lado, o Brasil, na esfera federal, tem um sistema de defesa sanitária animal e de fiscalização dos produtos de origem animal equivalente aos dos países mais exigentes e rigorosos do mundo, os quais exigem produtos com alta qualidade, principalmente com relação a inocuidade. Este contrassenso, esta divergência em qualidade, não mudará enquanto não resolvermos as questões educacionais e socioeconômicas da população brasileira. Portanto, acreditamos que a educação é o caminho para resolvermos todas as deficiências da nossa sociedade.

Como a BRF se posiciona como uma das empresas mais inovadoras do mundo

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Pensar em inovação não significa apenas investir em tecnologia e em equipamentos de última geração. É ter ideias, ser criativo, refletir sobre processos, desenvolver novos modelos de negócio e gerar valor ao consumidor, algo que a BRF já faz há algumas décadas no mercado. Eleita pelo segundo ano consecutivo uma das empresas de alimentos mais inovadoras do Brasil, de acordo com levantamento realizado pela consultoria de estratégia da PWC, Strategy&, a companhia investiu mais de R$ 570 milhões em pesquisa, desenvolvimento e inovação de seu portfólio, que reúne Sadia, Perdigão e Qualy.

No ranking global, ela avançou 21 posições e passou a ocupar o 24º lugar. A pesquisa classificou as 150 empresas mais inovadoras de um total de 215 inscritas. Foram considerados diferentes setores e investimentos em inovação, melhores práticas, criação de novos produtos, soluções e estratégias, entre outros indicadores.

Diante desse resultado, convidamos a diretora global de inovação e CMI da BRF, Pethra Ferraz, para um bate-papo especial sobre como as empresas do setor de Alimentos e Bebidas podem se inspirar no exemplo da organização para desenvolver a habilidade de se reinventar e manter-se à frente de um mercado cada vez mais competitivo. Confira!

Fispal Tecnologia - A capacidade de uma empresa se reinventar no mercado foi um dos critérios do levantamento. Qual a importância de entender a movimentação do mercado e do consumo para se manter à frente?

Pethra Ferraz - Nosso setor convive com uma série de desafios ligados à inovação e ao desenvolvimento de novos produtos. É de suma importância que o setor esteja atento à melhoria do perfil nutricional dos alimentos industrializados, aspectos como praticidade, sabor, preço acessível e origem dos ingredientes. Esses fatores têm se mostrado cada vez mais importantes para o consumidor e o mercado, o que exige de empresas um investimento amplo em inovação, abrangendo centros de pesquisa e divisões regionais e a cadeia produtiva como um todo. No futuro da BRF, a inovação é fundamental para assegurar a renovação do negócio e o atendimento às mudanças das necessidades dos consumidores.

Fispal Tecnologia - Você pode indicar algum momento de reinvenção da BRF?

Pethra Ferraz - Podemos citar o “pack revolution”, em que as embalagens flexíveis substituem as de modelo cartucho, fabricadas em papel, para embalagens plásticas, que reduziram em 45% o peso dos produtos embalados. As embalagens primárias passaram de 48 gramas para 5 gramas. Houve alteração da marcação de informações, como datas de validade e números de lote, que passaram a ser gravadas com laser, além de um benefício na conservação das informações, pois os dados ficam indeléveis, dispensando o uso de tintas e diluentes das linhas de produção. A inovação do “pack revolution” possibilita que o produto fique mais protegido e facilita o armazenamento em casa.

Fispal Tecnologia - Quais os principais critérios para a criação de novos produtos, especialmente os considerados inovadores?

Pethra Ferraz  - Por buscarmos uma posição mundial de referência no setor de alimentos, conquistando consumidores a partir de um conjunto de marcas fortes e de uma cadeia de valor de alta capacida­de, reconhecemos que a cultura de inovação deve ser transversal nas atividades para obtenção de resultados. A inovação é um dos seis pilares de sustentação do nosso arco de prioridades – um conjunto de capabilities necessárias para a execução da estratégia da BRF. A inovação é fundamental para a perpetuação do negócio.

Por “inovar” entendemos a capacidade de não apenas renovar o portfólio, mas orientar todas nossas práticas ao consumidor final, pondo-o no centro das decisões e revitalizando nossas marcas ao mesmo tempo em que buscamos eficiência nas operações, a fim de gerar equilíbrio e evitar distorções ao longo de nossa cadeia de valor.

Fispal Tecnologia - Quando o assunto é inovação, a BRF foca em tecnologias ou também em outras frentes?

Pethra Ferraz  - Apenas 35% da ino­vação da indústria de alimentos vem dos líderes em categorias de produtos, segundo dados da consultoria McKinsey. Na BRF, nosso desafio é contribuir para o aumento desse percentual, tornando a compa­nhia um driver de transformação positiva para o setor. Com a expan­são global dos negócios, temos apostado em lançamentos não apenas no mercado brasileiro, mas também nas mais diversas regiões em que atua e que apre­sentam potencial de crescimento.

Fispal Tecnologia - Quais conselhos você daria para o gestor da indústria resistir ao momento de crise econômica e à mudança do perfil de consumo da população brasileira?

Pethra Ferraz - O guia de melhores práticas deveria englobar o foco nas necessidades reais dos consumidores, com portfólio robusto (marca e produto), que cumpra esse objetivo. Além disso, ressaltamos a importância do investimento em inovação, mesmo em períodos adversos. A longo prazo, o investimento vai se traduzir em vantagem competitiva para as marcas, principalmente quando houver mudança de cenário.

 

 

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Potencialize seu vinho com a taça certa

Você sabe qual a influência da taça de vinho para o consumo da bebida?

Mais do que uma peça refinada para enriquecer a experiência visual para apreciar os seus rótulos favoritos, a taça de vinho concentra múltiplas utilidades para potencializar a complexidade da bebida em suas degustações.E, para apresentar a você quais são os aspectos que a taça de vinho mais influencia, vamos analisar, neste artigo, os diferentes tipos de taças, suas características e, claro, como você pode fazer de suas próximas degustações um espetáculo sensorial completo. Confira!

Qual é o impacto do material em uma taça de vinho?

Quando falamos em taça de vinho, é relevante observar que o material tem grande influência, mas não apenas na degustação, mas no preço do produto também.Afinal, em uma comparação bruta entre o vidro e o cristal — dois dos mais populares materiais para a produção da taça de vinho —, sabemos que o primeiro é mais acessível.

Dessa maneira, ao buscarmos diferenciação na maneira de experimentar essa milenar bebida, convém optar pela segunda opção. E quem explica toda a ciência por trás disso é o sommelier do Grupo OBA HortiFruti Cássio Henrique Almeida de Oliveira:“Uma taça de vidro é feita, basicamente, de areia, sódio, cálcio e alumínio, não sendo possível produzir taças de vidro finas como as de cristal, composta por areia e metais, como o chumbo ou o titânio”, explica o profissional, que complementa: “quanto maior a presença desses metais, mais refinado e delicado é o cristal”.

Isso também significa que, no que diz respeito às taças de cristal, é importante avaliar o tipo de metal presente em sua composição. Oliveira destaca que “o titânio é um dos componentes em destaque e o zircônio também, que são muito utilizados pelos fabricantes para a produção de soluções mais resistentes”. Para o manuseio, isso se configura em uma taça de vinho fina, requintada e mais resistente.

Qual é o melhor tipo de taça para cada tipo de vinho?

Muito além do material, existe também, o cuidado de fabricantes em compor um design específico em suas taças para que a bebida seja desfrutada da melhor maneira possível. E o sommelier do Grupo OBA HortiFruti nos dá uma verdadeira aula a respeito da diversidade de taças que nos deparamos no mercado, atualmente, e as suas principais aplicações:

Taça Bordeaux

“São mais indicadas para o consumo de vinhos encorpados e ricos em tanino, como as uvas Tannat, Bonarda e Cabernet Sauvignon, entre outras. A taça possui o bojo grande, mas tem a borda fechada para evitar a dispersão de aromas”, explica Oliveira.

Taça Borgonha

O sommelier indica esse tipo de taça de vinho quando os rótulos são “(...) mais complexos e concentrados em aromas, produzidos principalmente com a uva Pinot Noir”, destaca. Sobre o formato da taça, Oliveira aponta que elas possuem “formato balão, com um bojo maior do que as taças Bordeaux, para que haja mais contato com o ar, permitindo que os aromas sejam liberados rapidamente”.Oliveira também indica que “o formato dessa taça direciona a bebida para acima da ponta e do centro da língua, diminuindo a acidez e acentuando as qualidades mais arredondadas e maduras do vinho”, deixando uma rica indicação para degustar vinhos com a taça Borgonha, como “vinhos de mais expressão aromática, como Barbera, Dolcetto, Gamay etc.”.

Taça para vinho branco ou rose

A taça para esse tipo de bebida conta com um corpo mais enxuto. E isso se explica, de acordo com Oliveira, pelo fato de que “o vinho branco ou rosé precisa ser consumido em temperaturas mais baixas e, em um recipiente menor existe menos troca de calor com o ambiente. Além de realçar as notas de frutas da bebida”.

Taça Flute

Indicada para o consumo de Champagne ou espumantes, a taça é mais fina, tendo um formato similar ao de uma flauta. Oliveira revela que isso é pensado para “(...) que possam ser apreciadas as borbulhas, ou perlage, sendo uma taça fina que também direciona a efervescência e os aromas para o nariz, enquanto controla o fluxo acima da língua, mantendo o equilíbrio entre a limpeza da acidez e a saborosa profundidade”.

Taça de vinho doce e fortificado

Por fim, temos uma taça de vinho específica para a bebida mais adocicada. O sommelier explica que elas “possuem bojo pequeno, justamente porque as pessoas consomem vinhos doces e fortificados em quantidades menores. Também são mais estreitas na parte superior, e o seu design ajuda a conduzir o fluxo da bebida diretamente para a ponta da língua, região onde os sabores doce são mais percebidos”.

E então, deu para apreciar devidamente a importância da taça de vinho para conferir uma experiência sensorial ainda mais enriquecedora?

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Refeição às escuras: ofereça uma experiência sensorial

Já pensou em inovar e servir uma refeição às escuras para seus clientes? Conheça 6 passos como fazer

Além de receitas saborosas, muitos consumidores procuram por estabelecimento de alimentação fora do lar que ofereçam experiências. Uma sugestão do Sebrae Nacional (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) é o experimento “O sabor da experiência”, nele clientes são vendados e consumem pratos feitos com ingredientes de biomas de cinco regiões do Brasil – Norte, Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.

Segundo a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, “o objetivo da ação é sensibilizar os participantes sobre como utilizar as experiências inovadoras como um diferencial competitivo em seu negócio”. A solução, no entanto, necessita de atenção por parte dos empreendedores. Conheça alguns pontos que merecem cuidado:

  1. Para quem pensa em imediatamente pintar as paredes de preto e deixar as luzes apagadas, uma simples venda para os olhos substitui a tinta e a falta de iluminação (além disso, a peça pode ser um brinde para os consumidores);
  2. Retire obstáculos do caminho, como degraus, mesas e cadeiras, para evitar possíveis acidentes;
  3. Treine sua equipe para levar os clientes até suas mesas. O indicado é que os consumidores sejam encaminhados individualmente ou em fila indiana, caminhando lentamente;
  4. Certifique-se de que nenhum dos consumidores tem alergia a algum alimento;
  5. Caso os pratos sejam servidos em temperatura quente, alerte os consumidores para que tenham cuidado;
  6. Insista que a interação entre os participantes é parte da experiência.

5 dicas de limpeza das instalações industriais do setor de A&B

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A limpeza das instalações industriais é fundamental para garantir a qualidade dos processos produtivos. Locais como cozinha, pátios, linhas de montagem e,  inclusive os equipamentos, precisam de limpeza constante para remoção de resíduos que podem contaminar os produtos. Além disso, a prática pode atuar na contenção de gastos desnecessários. A limpeza adequada das máquinas , por exemplo, evita o desgaste prematuro dos equipamentos, aumentando sua conservação e vida útil.

Quando falamos na limpeza das instalações industriais, há algumas particularidades, tendo em vista que, nesse processo, realiza-se a higienização de todas as ferramentas utilizadas, retirando não só resíduos de materiais e o acúmulo de sujeira, como também bactérias e micro-organismos que, por ventura, estejam no ambiente.

Diante de tamanha importância e complexidade, a Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp) criou uma lista com dicas sobre como conduzir o processo dentro da indústria de maneira estratégica e eficiente. Confira!

1. Contrate profissionais especializados

A escolha de quem vai realizar a limpeza é o primeiro ponto a se destacar, conforme explica Nathalia Tiemi Ueno, diretora da Câmara de Prestadores de Serviços da Abralimp.

“As indústrias vêm apostando na contratação de serviços especializados de limpeza, pois a assepsia correta de resíduos como pó, materiais particulados, detritos e manchas de fluidos, por exemplo, contribui para a manutenção das instalações físicas e para prolongar a vida útil de máquinas e equipamentos”, destaca.

2. Não comprometa a rotina da operação logística

A limpeza das instalações industriais não pode ser feita da mesma maneira da que é realizada em escritórios, por exemplo. Um dos cuidados necessários é com a rotina de operação, que não pode ser prejudicada.

“Recomenda-se que sejam aproveitados os entre turnos das equipes e que se priorizem as áreas que não estão sendo utilizadas para não interferir no processo de produção como um todo”, enfatiza a diretora da Abralimp.

Esta preocupação, no entanto, não corresponde às áreas comuns de grande circulação, como os corredores, que podem ser interditados para a realização da limpeza sempre que necessário.

3. Esteja atento para as especificações de limpeza das instalações industriais

Em uma indústria, a limpeza pode ser demandada para áreas mais complexas, que exijam o uso de produtos químicos específicos em equipamentos e em ambientes de acesso controlado, o que requer uma maior atenção e o conhecimento técnico de quem estiver executando o serviço.

4. Separe as equipes para limpeza de diferentes ambientes

No ambiente industrial, recomenda-se que se dividam as equipes que executam o trabalho, diferenciando-as na execução das tarefas das áreas críticas e não críticas.

São consideradas áreas não críticas escritórios, refeitórios, ambientes comuns e o espaço do armazém. Já as críticas incluem laboratórios de pesquisa, produção e áreas de manufatura, onde o trabalho é especializado e requer mais treinamento e supervisão bem próxima”, destaca Ueno.

5. Segurança para usuários, trabalhadores e clientes

A segurança é uma grande preocupação relacionada à limpeza industrial. “A adoção dos devidos equipamentos de proteção individual, os chamados EPIs, é essencial para todos os operadores”, salienta Nathalia Tiemi Ueno.

Os EPIs adequados para a prática podem incluir óculos de segurança, luvas, capacete, cintos, coletes, tampões para os ouvidos, calçados antiderrapantes ou de ponta dura, joelheiras, entre outros, conforme o local, a periculosidade e o tipo de procedimento.

Quer saber mais sobre a limpeza de instalações industriais? Siga acompanhando o nosso canal de conteúdo e até a próxima. 

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Entenda por que as embalagens para proteínas animais em porções menores vêm fazendo tanto sucesso

Entenda por que as embalagens para proteínas animais em porções menores vêm fazendo tanto sucesso

O mercado de alimentos no Brasil tem sido destino de grandes investimentos, sendo um dos que mais cresce. Ao mesmo tempo, o mercado de embalagens vem passando pela mesma transformação com a abertura de novas empresas, melhoria dos processos de produção e criação de novas embalagens.

Seguindo essa tendência, nos últimos 20 anos, o peso médio das embalagens para proteínas caiu pela metade, contribuindo positivamente para o meio ambiente e para a qualidade de vida da população. Além disso, consumidores estão ficando cada vez mais exigentes quanto à forma em que seus alimentos são acondicionados, garantindo maior qualidade e manutenção das propriedades de seus alimentos. Mas será que tais embalagens são seguras?

Panorama das ultimas tendências em embalagens para proteínas

Foi-se o tempo em que o consumidor ia ao açougue ou ao supermercado para comprar 2 kg de carne moída, ou meia dúzia de costeletas suínas. Atualmente os clientes buscam tamanhos menores de embalagens para proteínas, que lhes permitam consumir determinado alimento de uma única vez. Isso acarretou na criação de mais tamanhos e tipos de embalagem para carnes bovina e avícola, muitas das quais permitem que o alimento seja preparado na própria embalagem.

Segundo a Plastivida (empresa com engajamento relacionado à produção de embalagens sustentáveis), a redução no peso médio das embalagens caiu de forma considerável por terem plásticos em sua composição - e isso pode ser muito significativo.

Significativo porque contribui positivamente para o meio ambiente e para a qualidade de vida da população, já que viabiliza a redução das emissões de dióxido de carbono (grande destruidor da camada de ozônio e gerador do efeito estufa), uma vez que o transporte de produtos em embalagens plásticas (que são mais leves) exige menos combustíveis, reduzindo, portanto, as emissões de gases poluentes.

Desenvolvimento de novas embalagens para proteínas

Visando atender as necessidades da população mundial e a segurança alimentar, a cadeia produtiva das embalagens plásticas, que vai desde o desenvolvimento de materiais, até a elaboração das embalagens, a cada dia traz ao mercado novos produtos que garantem cada vez mais qualidade aos alimentos a serem embalados, por mais tempo.

Dentre diversas embalagens para proteínas, o desenvolvimento do EPS (no Brasil conhecido como IsoporⓇ* - *marca registrada da empresa Knauf Isopor) em embalagens menores, vem recebendo grande atenção por conta da leveza e versatilidade.

O EPS também apresenta capacidade de isolamento térmico e resistência ao impacto, o que promove benefícios como a proteção, preservação da qualidade e maior durabilidade dos produtos embalados, características fundamentais de embalagens para proteínas animais. Estas novas embalagens trazem qualidade de vida ao consumidor, além de economia por conta da redução das perdas. Porém, muitos clientes e profissionais ainda são descrentes quanto a qualidade dele.

Para isso, a Plastivida solicitou ao Cetea/Ital (Centro de Tecnologia de Embalagem e Instituto de Tecnologia de Alimentos), um estudo completo que teve o objetivo de esclarecer e reforçar as informações acerca do EPS, com foco em segurança de alimentos, para a população em geral e, principalmente, para os profissionais da área de saúde, tais como médicos (endocrinologistas, pediatras etc), toxicologistas, nutricionistas e nutrólogos.

O estudo acerca do EPS

O estudo solicitado pelo Comitê de EPS da Plastivida resultou em um relatório que ressalta as propriedades e características das embalagens de EPS, usadas como embalagens para proteína animal.

O documento reafirma que este tipo de embalagem é inerte, extremamente leve, não contém CFC e HCFC, não contamina a água, ar e solo, não causa danos à camada de ozônio e nem contribui para formação de gases do efeito estufa na disposição final.

Em relação à segurança alimentar, constatou-se que o EPS é bastante seguro, estando autorizado para que seja usado em contato direto com alimentos pelas legislações específicas do Brasil, Mercosul, União Europeia e Estados Unidos. Por esta razão, elas podem ser utilizadas para todo tipo de proteína animal, garantindo a qualidade desejada por muito mais tempo.

Do ponto de vista ambiental, o estudo também ressalta os aspectos ambientais da destinação das embalagens de EPS pós-consumo que, por ser um plástico 100% reciclável, deve ser descartado corretamente pelos consumidores e destinados à reciclagem para compor novos ciclos produtivos.

​​​​​​​Se você atua na área de proteína animal, certamente utiliza muitas embalagens. Aproveite este nosso conteúdo e conheça outras tendências da área de proteína animal no nosso canal de conteúdo

Como escolher o tipo certo de garrafa de vinho

Quando falamos em uma garrafa de vinho, por exemplo, são muitos os aspectos que podem influenciar a decisão dos produtores

Muitas vezes, o consumidor sequer se dá conta que a escolha por um material ou design para a embalagem de um produto, está igualmente equilibrada entre o apelo estético e a sua conservação.

Quando falamos em uma garrafa de vinho, por exemplo, são muitos os aspectos que podem influenciar a decisão dos produtores. Entre elas, a opção pelo vidro em detrimento ao plástico — que é mais acessível. Por isso, vamos avaliar neste artigo tudo aquilo que passa pela mente dos produtores ao idealizarem o melhor tipo de garrafa de vinho para os seus produtos. Acompanhe!

O que considerar ao escolher a garrafa de vinho?

Do plástico ao aço, alumínio, vidro e outros materiais... O que os produtores colocam na balança ao lançar suas soluções no mercado? Para Luciana Pellegrino, diretora executiva da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), é importante entender que “as embalagens devem atender a diferentes requisitos simultaneamente, conferindo ao produto tanto sua integridade como competitividade junto ao mercado”.

Quer dizer: não basta o pensamento estético para chamar a atenção do público-alvo, no ponto de venda. As embalagens devem prezar, prioritariamente, na conservação do produto em seu interior. Luciana aponta alguns aspectos a serem levados em consideração, como:

  • Preservação do conteúdo;
  • Segurança alimentar;
  • Proteção física durante as etapas de logística e de comercialização;
  • Apresentação, considerando tanto a representação da marca, dos diferenciais do produto e sua comunicação com o público alvo;
  • Experiência agradável de consumo.

Para a diretora executiva da ABRE, a integração de todos estes aspectos deve culminar também com a expectativa de custo e preço do produto no varejo”. Desafiador, não é mesmo?

A garrafa de vinho pode influenciar nas características da bebida?

Já ouviu alguém dizer que o refrigerante em garrafa de vidro é melhor do que aqueles comercializados em garrafas de plástico? Ou, ainda: já reparou como as grandes produtoras de vinho passam longe do plástico para armazenar o conteúdo de seus grandes rótulos? Existem alguns motivos para isso.

No que diz respeito à influência das características originais da bebida, pode-se dizer que o vidro atua como um verdadeiro protetor solar, assegurando a conservação das propriedades da bebida. Além disso, o plástico é mais poroso do que o vidro, o que pode facilitar a alteração em algumas características da bebida, como o seu aroma ou sabor.

Luciana, no entanto, alerta para outros valores que passam, invariavelmente, pelo posicionamento da empresa, o seu alinhamento com o perfil e exigências do consumidor e, ainda, os custos de produção:“O conjunto composto pela garrafa, rótulo e sistema de fechamento irão compor a qualificação do produto pelos consumidores. Conforme pesquisa realizada pela ABRE junto com a GFK, para o consumidor, a embalagem e o produto caracterizam como um único elemento, indissociáveis. Dessa forma, a embalagem deverá entregar um produto que enalteça os seus diferenciais, ajudando a compor a atmosfera do momento de consumo”, avalia a diretora executiva da ABRE.

Isso significa que, além das características de cada material, existe todo um cuidado mercadológico em confeccionar a garrafa de vinho ideal: o consumidor.

Qual é o impacto da garrafa de vinho na percepção do consumidor?

Já se pegou em um supermercado ou loja especializada de vinho com dois vinhos desconhecidos nas mãos e optou por aquele que soava mais atrativo ao olhar?

Isso acontece, especialmente, com o consumidor que ainda conhece pouco a respeito de vinhos. Por isso, as produtoras procuram estabelecer um diálogo com ele por meio dessa apresentação que, de acordo com Luciana, passa por algumas considerações:“Para se comunicar com cada público existem alternativas em embalagens que se adequam precisamente a cada estratégia de mercado. No que se refere às garrafas, vemos tanto formatos diferenciados com pescoço levemente mais longos, como volumes e mesmo espessura. Já no que tange aos rótulos, o mercado brasileiro dispõe de diferentes alternativas de impressão, decoração, corte a laser, que podem construir mensagens personalizadas para criar a comunicação com o público alvo. Quando falamos de sistemas de fechamento, da mesma forma as tecnologias se diversificaram. E, além da rolha de cortiça é possível encontrar alternativas menos custosas, como a rolha sintética ou a rolha de alumínio rosqueável”, esclarece.

Isso tudo muito bem alinhado ao crescimento econômico social do Brasil, que, de acordo com Luciana, tem feito o mercado (não apenas o de vinhos) diversificar suas estratégias. Inclusive, para atrair e atender os consumidores de menor renda, ajudando a reforçar os índices de crescimento do setor.

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Smartphone ajuda estabelecimento a ir além do delivey

Saiba por que você deve usar smartphones para ir além do delivery no seu estabelecimento

Clientes estão buscando soluções cada vez mais rápidas e confortáveis na hora de pedir e pagar pelo que consumiram em estabelecimentos de alimentação fora do lar. Depois da substituição do cheque pelos cartões de débito e crédito, chegou a hora dos smartphones. Estima-se que, atualmente, mais de 440 milhões de usuários no mundo optam pelo celular na hora de pagar a conta do supermercado ou do restaurante.

Os aparelhos telefônicos podem vir adaptados com sistema NFC  (Near Field Communication) ou com aplicativos de carteiras digitais (2), ambas as tecnologias -que incorporam serviços de cartões de crédito e débito - facilitam e muito na hora do pagamento e devem se popularizar nos próximos anos; de acordo com a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), 60% das 4,5 milhões de máquinas para pagamentos, presentes nos estabelecimentos comerciais, já permitem pagamentos via celular, e 5% desses aparelhos contêm tecnologia que permite a substituição dos cartões nas compras físicas, o que aumenta o potencial do mercado brasileiro.

Ainda de acordo com informações da Abecs, brasileiros efetuam aproximadamente 21.169 transações por minuto, e as plataformas que oferecem pagamento via celular têm o maior potencial de crescimento no Brasil. Esse comportamento é consequência da mudança de hábito dos consumidores, atrelada ao surgimento de novas tecnologias.

Como manter o sucesso de uma empresa familiar

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As empresas familiares correspondem a uma grande parcela da economia nacional, sendo responsáveis pelo crescimento de diversos segmentos, incluindo, é claro, a indústria de alimentos e bebidas. Mas apesar da grande penetração dessas organizações nos mais variados tipos de mercado, um diagnóstico nada animador sobre a sua atuação no Brasil e no mundo tem sido desenhado. De acordo com a pesquisa Global Family Business, realizada pela PwC, embora a sucessão seja uma das etapas mais importantes para o sucesso de uma empresa administrada por membros de uma mesma família, apenas 15% delas tratam o assunto da forma correta e somente 12% conseguem chegar até a terceira geração.

A conclusão ocorreu a partir da realização de 2.800 entrevistas em 50 países com tomadores de decisão que atuam em empresas desse tipo. O percentual apresentado é preocupante para quem já tem ou pensa em abrir um negócio familiar, mas com planejamento e uma série de cuidados, o panorama negativo pode mudar.

Claudio Zohar, sócio da Comatrix, empresa de consultoria em gestão com foco em geração de resultados, atribui essa baixa longevidade à dificuldade apresentada por muitos gestores de separar as relações familiares dos negócios.

“Entendemos que uma empresa familiar precisa trabalhar os conceitos de família, propriedade e gestão de forma separada, compreendendo a fronteira entre eles. Isso porque a não separação desses componentes é um dos fatores que levam à desorganização da empresa e a impossibilitam de permanecer por mais gerações”, destaca.

Outro ponto importante desse processo é o crescimento progressivo da família, que começa, em geral, com um casal. Nesse primeiro momento, os recursos da empresa conseguem suprir as necessidades de ambos, mas com a chegada dos filhos, que se casam e têm os seus próprios herdeiros, aquele dinheiro que antes era suficiente, deixa de ser capaz de atender às necessidades da nova configuração familiar, principalmente quando não há outra fonte de renda.

A seguir, confira algumas dicas para fazer com que a sua empresa se mantenha longe dessa estatística e tenha sucesso em sua caminhada.

Chave para a mudança na empresa familiar

A profissionalização da empresa familiar é fundamental para que ela siga crescendo, conforme exemplifica o especialista da Comatrix. “É preciso que todos os profissionais da empresa, inclusive os que fazem parte da família, tenham metas claras e programas de avaliação. Afinal, se na terceira geração, o sobrinho do fundador da companhia desejar assumir uma posição de destaque, por exemplo, ele poderá provar que é qualificado o suficiente porque tem um sistema de avaliação semelhante aos demais”, destaca.

Para mudar a perspectiva em relação à sucessão naos negócio com administração familiar, é preciso, inicialmente, buscar a profissionalização, já que a ausência dela pode provocar,  consequentemente, a falta de organização e a derrocada de uma empresa.

Vale, portanto, criar um conselho de família, que terá o dever de discutir as propriedades familiares, um conselho de administração, no qual membros da família participem, assim como outras pessoas importantes para a gestão do negócio, além de um modelo de gestão, que inclui planejamento estratégico com metas, indicadores e sistema de avaliação.

“Entendemos que o amadurecimento desses modelos é um fator fundamental para a longevidade da companhia”, comenta Claudio Zohar.

Nesse processo, também é preciso que os familiares tenham clareza de que o dono da empresa nem sempre é o melhor presidente e de que, muitas vezes, a pessoa certa para tomar as decisões da empresa é alguém que não pertence diretamente ao núcleo familiar.

Quer saber mais sobre como gerenciar uma empresa familiar do setor de alimentos e bebidas? Siga acompanhando p nosso canal de conteúdo e até a próxima.

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