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Articles from 2017 In June


Linha de transportadores otimiza processo produtivo na indústria

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Muito importantes para todos os setores da indústria, incluindo, é claro, o de alimentos e bebidas, os transportadores industriais tornam os processos de produção e movimentação de produtos e cargas mais práticos e seguros. De olho nisso, a Fispal Tecnologia 2017 está apresentando um portfólio vasto de soluções nesse sentido.

A Cobra Correntes Transportadoras, por exemplo, trouxe para esta edição da feira um catálogo de produtos desenvolvido especialmente para atender a essa necessidade. “Em nosso estande, é possível visualizar a nossa linha de produtos composta por correntes plásticas, correntes em inox, esteiras modulares para transportes retos e curvos, componentes para transportadores industriais e perfis de deslizamento”, afirma Thiago Gotardo, gerente comercial da empresa.

O objetivo é mostrar que, a partir da união dos produtos apresentados, o cliente pode contar com uma solução intralogística para a sua indústria. “Ele pode adequar suas atuais linhas de produção, planejar novos layouts dentro de suas fábricas e otimizar os layouts de produção e movimentação interna”, afirma.

A implementação de um sistema transportador na indústria tem como principal benefício a automatização do processo produtivo que garante, consequentemente, ganhos em  produtividade. “Você consegue definir um layout para transportar um produto do ‘ponto A’ ao ‘ponto B’ de uma maneira mais rápida e fácil, eliminando ou diminuindo postos de trabalho e acelerando o processo produtivo como um todo”, ressalta o profissional.

A Cobra Correntes Transportadoras foi uma das patrocinadoras do Demonstrador da Indústria 4.0 apresentado na Fispal Tecnologia deste ano e participou da linha de produção 100% automatizada através de sua esteira transportadora.

 

Linha de produção flexível é facilitada pela automação baseada em PC

automacao baseada em pc -fispal tecnologia
automacao baseada em pc -fispal tecnologia

Uma forte tendência da Indústria 4.0 é a linha flexível, que permite a manufatura de diferentes tipos de produtos em uma mesma linha de produção da indústria de Alimentos e Bebidas. Evitar trocas de ferramenta, economizar tempo e manter os tempos de ciclo são os grandes benefícios deste pilar da 4ª Revolução Industrial. Para alcançar esse patamar produtivo, no entanto, é necessário haver automação baseada em PC.

Para o gestor da indústria de Alimentos e Bebidas isso significa ser capaz de controlar processos com respostas rápidas, o que tende a minimizar o desperdício de matéria-prima ao longo do processo produtivo. Já para os engenheiros, a automação baseada em PC permite a implantação de sistemas com menos componentes.

“Esse desenvolvimento facilita a comunicação entre automação e TI, considerados dois mundos diferentes, pois quebra a hierarquia dos grandes protocolos de comunicação entre níveis. Assim, permite extrair informações de linhas de produção, enviar para ERP e processar com bom custo-benefício, uma vez que elimina a parte de arquitetura de integração”, analisa Ricardo Salgado Moura, diretor geral da Phoenix Contact.

Gerador de ozônio reduz custos na etapa de sanitização

Sanitização - gerador de ozônio

A segurança alimentar é um fator decisivo para a indústria de Alimentos e Bebidas se manter no mercado, sendo que sanitização e limpeza estão no topo da lista dos procedimentos mais importantes da porta para dentro de uma fábrica. Entretanto, questões como tempo e ineficiência na utilização de produtos químicos podem encarecer os custos desses processos. A boa notícia é que uma tecnologia inovadora e sustentável chamou a atenção dos visitantes da Fispal Tecnologia 2017.

Trata-se de um gerador de ozônio, um gás oxidante e natural capaz de degradar compostos químicos e eliminar micro-organismos em áreas de envase e lavagem de alimentos. “Nossa máquina reduz o tempo de lavação e sanitização. Sem utilizar produtos químicos, apenas com ozônio, o procedimento leva 2 minutos”, afirma Bruno Mena Cadorni, diretor da Wier.

Aplicação do gerador de ozônio na sanitização

Essa tecnologia, já aplicada em indústria de Alimentos e Bebidas da Europa e certificada por órgãos norte-americanos, tem sido mais demanda na área de envase em segmentos de água mineral e cervejaria. Além disso, é requisitada para eliminação de agrotóxicos presentes na casca de alimentos.

Por meio de uma operação simplificada, a máquina que produz ozônio é acoplada ao sistema de produção industrial. “É dado um treinamento para que a utilização no dia a dia seja simples para os operadores da linha de produção.”

Quem busca essa solução com tecnologia 100% nacional está em busca de solucionar três problemas, de acordo com o diretor da Wier. “Pequenas e médias indústrias buscam equacionar o custo em relação à ineficiência na utilização de produtos químicos e tempo gasto na sanitização, enquanto as grandes buscam pela tendência.”

Integração entre empresas possibilita a simulação de linha de produção

Integração Indústria 4.0

Quem acompanha nossos artigos sobre Indústria 4.0 já deve ter percebido que a colaboração é um de seus pilares conceituais. E justamente essa ideia integradora possibilitou a entrega de um sorvete personalizado com calda e topping ao final do processo da linha de produção do Demonstrador Indústria 4.0 - Alimentos e Bebidas na Fispal Tecnologia 2017.

Encabeçada pela São Rafael Câmaras Frigoríficas, a parceria entre outras três empresas com tecnologias complementares viabilizou o desenvolvimento e a manutenção de um ambiente controlado, que faz referência a uma indústria de alimentos em pleno estande instalado no São Paulo Expo.

Toda a climatização foi pensada com o objetivo de melhorar o processo implementado no projeto, de acordo com Augusto Boccia, diretor da São Rafael. “O estande está regulado a uma temperatura ambiente de 14ºC. Juntamente a isso, foi feito a identificação de tempo para estabilização do sorvete até chegar à mão do cliente.

O projeto para climatizar o Demonstrador Indústria 4.0 - Alimentos e Bebidas contou com a participação de unidade evaporadora da Heatcraft, unidade compressora da Elgin e jato de nitrogênio da Linde. “Essa integração viabiliza o processo e expande o conhecimento ao promover o relacionamento necessário para tornar possível o projeto da Indústria 4.0”, avalia Boccia.

Sensores inteligentes melhoram processo produtivo nas indústrias

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Buscar soluções capazes de cumprir os desafios impostos pela Indústria 4.0 é uma necessidade inevitável para o setor de alimentos e bebidas a partir agora. E diante desse contexto, investir em sensores inteligentes pode trazer uma série de benefícios importantes apresentados pela empresa SICK nesta edição da Fispal Tecnologia. São eles:

  • Mais flexibilidade (sensores que detectam a troca de produtos e se adaptam automaticamente);
  • Mais segurança na interação homem-máquina (sensores que tornam possível a colaboração segura entre homens e máquinas);
  • Mais controle de produção (tecnologias para o rastreamento de produtos dentro e fora do processo produtivo);
  • Mais qualidade nos processos produtivos (melhoria contínua do processo, em busca do “zero defeito”).

“Nosso estande foi voltado para a Indústria 4.0. Trouxemos sensores inteligentes que exemplificam os benefícios desse novo conceito e ajudam no desenvolvimento desse novo conceito de indústria”, explica Bruno Santos Porcel, gerente de produtos da SICK.

Algumas das soluções

Uma das tarefas mais importantes na produção industrial é a medição de distâncias. Devido à diversidade das aplicações, um único sensor não é capaz de atender universalmente a todas às exigências. Por isso, a SICK está apresentando um amplo portfólio de sensores de distância

para diversas tarefas de medição.

Além disso, reúne o seu sistema de leitura RFID (tecnologia de identificação automática baseada em radiofrequência), que possibilita armazenar dados relevantes em TAGs de escrita/multi-escrita (a capacidade de armazenamento varia de acordo com as necessidades de cada aplicação), além de proporcionar uma identificação fiel de todos os objetos, independentemente da sujidade e do desgaste provocado pelo uso diário. “Nessa categoria, temos toda a parte de leitores de códigos de barra unidimensionais e bidimensionais, inclusive”, ressalta o profissional.

Dentro do conceito da qualidade nos processos produtivos, a linha de câmaras que produzem imagens 3D também é um dos destaques. Trata-se de um sensor de visão 3D, com preço acessível para o mercado industrial, que, entre outras vantagens, possuem alto grau de proteção, sensor compacto e fácil configuração. Independentemente da cor ou do tamanho do objeto, é possível inspecioná-lo. “Temos uma linha completa de produtos e trouxemos para cá o que há de mais novo. Mas, dependendo da necessidade do cliente, conseguimos adaptá-los porque trabalhamos para atender todos os níveis de indústria”, conclui.

Portas automatizadas: mais segurança alimentar e competitividade

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A indústria de Alimentos e Bebidas é altamente exigida pela segurança alimentar de seus produtos, não é mesmo? Por isso, quem passou pela Fispal Tecnologia 2017 pôde observar de perto diversas soluções para este quesito que impacta na qualidade do que é posto à venda e, por consequência, na longevidade da empresa.

Colaborar para preservar as condições de higiene, limpeza e temperatura de um ambiente fabril é uma condição das portas industriais. Com a aplicação de tecnologias, elas respondem bem à necessidade do gestor de uma indústria por economia de energia, aumento de produtividade e segurança.

Portas controladas por aplicativo

Todas essas vantagens competitivas estão representadas no portfólio da Tecnoportas, que apresenta neste ano uma solução mobile para abertura das portas. Desenvolvido em parceria com a empresa Mega Automatizadores, o aplicativo basta estar conectado à internet para emitir comandos de abertura, pausa e fechamento de qualquer lugar do mundo.

Administrado por meio de um login e senha, o app também atua como gestor de segurança ao dar níveis de acesso para os funcionários. “Só usuários cadastrados e liberados pelo gestor podem se beneficiar dos acessos e horários determinados para cada tipo de usuário. Além disso, é fornecido um relatório de abertura e fechamento dos ambientes que têm a porta industrial instalada com o aplicativo”, diz Humberto Barros, representante da Tecnoportas.

A escolha da porta industrial

Desconfie de quem prometer a entrega de uma porta industrial sem antes identificar as necessidades da empresa e consultar as condições físicas do espaço. “Portas são feitas por projetos, de acordo com as características da empresa. É preciso entender com cada indústria questões como velocidade, consumo de energia, segurança, peso, fixação e material”, afirma o profissional.

Com certificações de qualidade como a ISO 9001 e a SGS, a Tecnoportas produz portas de enrolar, de até 15 metros de comprimento, em aço galvanizado para o ramo industrial com lâminas fechada e com transparência. Outra opção disponível no estande da marca é a porta seccionada com camadas de aço galvanizado e poliuretano injetado, ideal para o aproveitamento de espaço, tanto horizontal quanto verticalmente.

“É resistente e não muito pesada. Ainda tem funções térmica e acústica, com comando de abertura por controle remoto, botoeira e aplicativo.” O mesmo produto reúne pontos importantes para a indústria de alimentos e bebidas: é capaz de evitar contaminação por temperatura ao abrir 2 metros por segundo, evitar contato manual – apenas por aproximação -, e conter sensores antiesmagamento e antichama.

Processamento em alta pressão mantém alimentos saudáveis por mais tempo

thyssenkrupp Uhde® High Pressure Pasteurization
thyssenkrupp Uhde® High Pressure Pasteurization

Uma solução capaz de manter diferentes tipos de alimentos isentos de micro-organismos patogênicos e com prazo de validade maior. Esta é a ideia que vem se transformando em realidade na indústria de alimentos e bebidas graças à utilização da tecnologia de processamento em alta pressão (HPP - High Pressure Processing) apresentada pela thyssenkrupp nesta edição da Fispal Tecnologia.

Ao invés de utilizar processos de aquecimento e resfriamento para matar germes, fungos e bactérias, como ocorre na pasteurização convencional, a solução consiste na aplicação de uma pressão de até 6.000 bar (o equivalente à pressão exercida por três aviões modelo 747) para a esterilização. Dessa forma, todos os micro-organismos são eliminados sem que o alimento perca suas características originais de nutrientes, sabor e aparência. O processo não utiliza qualquer tipo de aditivo ou conservante químico, apenas água potável e energia elétrica. Sendo assim, garante um produto 100% orgânico.

Outra vantagem é que a tecnologia HPP pode ser utilizada em produtos já embalados em plástico ou a vácuo, o que, além de evitar sua recontaminação, amplia o tempo de prateleira em até quatro vezes (quando comparado a alimentos frescos in natura) e torna mais fácil a logística de transporte, permitindo que a indústria amplie a distribuição.

Além de fornecer o processamento em alta pressão, a thyssenkrupp, por meio de sua área de negócios Industrial Solutions, também presta os serviços de engenharia e fornece todo o maquinário necessário para a operação de uma planta completa de processamento de alta pressão (HPP). Os equipamentos oferecem alta confiabilidade e robustez, ao mesmo tempo em que são de fácil operação e manutenção.

“As soluções são totalmente compatíveis com o modelo industrial 4.0. Os equipamentos são fornecidos com um sistema que integra os conceitos de Internet das Coisas e automação industrial, e funcionam de maneira interconectada, podendo trocar comandos, armazenar dados na nuvem, identificar defeitos e fazer correções”, explica Luiz Mello, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da thyssenkrupp Industrial Solutions.

Paleteiras e empilhadeiras facilitam armazenagem de materiais

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As paleteiras e empilhadeiras elétricas e manuais exercem um papel fundamental para a gestão de estoque, logística e armazenagem de materiais nas indústrias de alimentos e bebidas.  Não à toa, a Fispal Tecnologia deste ano está trazendo diversos equipamentos voltados para a movimentação no setor de armazenagens, como é o caso do portfólio de soluções apresentado pela Hyster® , em parceria com a SOMOV, empresa especializada na comercialização, aluguel e manutenção de empilhadeiras da marca.

Composto pela Empilhadeira R 1.6, Paleteira com torre S 1.6 e Paleteira Elétrica P 1.6 - 2.2, o conjunto apresentado pela marca são modelos consagrados da Europa, fabricados em solo brasileiro e com presença significativa em indústrias do segmento de alimentos e bebidas.  “O mesmo modelo produzido pela Hyster® na Itália é desenvolvido aqui no Brasil. Nós estamos trazendo produtos globais para cá com a mesma qualidade do que é produzido lá, pois tudo o que nacionalizamos segue o padrão de qualidade das máquinas europeias.  Eles são top de linha e competem de igual para igual com os melhores do mundo”, ressalta Mauro da Silva Arrais Junior, gerente regional de vendas sênior da Hyster®.

Confira, a seguir, os detalhes das novidades apresentadas:

Empilhadeira R 1.6

Suporta a elevação de cargas de até 1.600 quilos. Possui uma construção robusta, que garante à torre um funcionamento estável e, ao mesmo tempo, suave ao manusear cargas pesadas, em alturas de até 12 metros. De produção nacional, oriundo da fábrica da Hyster® no Brasil, o produto pode atingir os preços mais competitivos do mercado nacional.

Paleteira com torre S 1.6 

É resistente, suportando cargas de até 1.600 quilos, além de ágil e compacta, justamente porque foi projetada para uso intenso em operações severas onde o espaço é, muitas vezes, limitado. Outra informação importante é que o produto vem com tecnologia CA (corrente alternada), que proporciona uma aceleração intensa, mas com um sistema de frenagem suave e rápido ao mesmo tempo, o que aumenta o número de cargas movimentadas por hora, reduzindo os custos de operação.

A Paleteira está cadastrada no sistema de financiamento junto ao BNDES, com taxas de juros competitivas, permitindo a dedução das despesas do financiamento e da depreciação do equipamento em receitas tributáveis da organização adquirente. “Essas máquinas que antes eram cotadas em euro, hoje são cotadas em reais, o que as torna muito mais competitivas”, afirma.

Paleteira Elétrica P 1.6 - 2.2

É ideal para transporte de paletes em armazéns, pois ajuda a reduzir custo desse trabalho. Além disso, é uma das máquinas mais produtivas de sua categoria. Outro diferencial está em seu manuseio, já que é fácil de operar, mesmo em lugares cada vez mais reduzidos.

Como fazer a exportação de carne suína para a Coreia do Sul

Como fazer a exportação de carne suína para a Coreia do Sul

Está claro que a Coreia do Sul é um potencial grande comprador de carne suína e o Brasil tem tudo para ser um grande vendedor, como já dissemos em um artigo exclusivo. Porém, nos adequar para esse mercado é fundamental.

Para exportar carne suína para lá, é necessário cumprir a regulamentação estabelecida pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Em relação a questões procedimentais, Laura Torres, da área de importação e exportação da IBSolutions explica que o exportador deve ter registro junto ao órgão atestando que possui condições sanitárias e de produção adequadas. Assim, em etapa posterior, é possível realizar a habilitação para exportação dos produtos de origem animal e certificação internacional para atuar no comércio internacional.

Em relação aos requisitos demandados pelos sul-coreanos, a ausência de febre aftosa na região sul é um grande diferencial. “O governo brasileiro tem relatado que a condição de ausência de febre aftosa em alguns estados na região Sul do país foram o diferencial para a autorização das operações de exportação de carne suína para o país parceiro”, afirma Laura.

Relacionamento internacional é importante para o Brasil conquistar esse mercado

Para conseguir vender aos sul-coreanos, o exportador interessado deve estar obrigatoriamente registrado no Ministério de Segurança Alimentar (Ministry of Food & Drug Safety – MFDS) daquele país. “Ele receberá visitas in loco das autoridades sul-coreanas para avaliar as condições sanitárias de sua propriedade e dos animais."

A avaliação sanitária dos produtos é requisitada pelo governo da Coreia do Sul desde a produção até a chegada da mercadoria no país. Esse processo inclui revisão documental, teste de amostras com avaliações em campo e em laboratório”, complementa Laura.

Outro ponto importante, em discussões de exportação no geral, é a rotulagem. A Coreia do Sul exige que no rótulo do produto estejam identificadas e dispostas em coreano as seguintes informações: país de origem, informações nutricionais e de identificação do produto. Se adequar nesses requisitos é uma prioridade.

Toda operação de exportação apresenta desafios, mas há sempre caminhos para superá-los. Como todo processo no interior de uma empresa a exportação demanda planejamento e comprometimento das empresas”, finaliza Laura. Assim, mesmo com um cenário razoavelmente positivo para a exportação, é necessário que o produtor esteja amparado por profissional ou empresa da área, assim seus riscos e dificuldades serão diminuídos e o relacionamento externo será aprimorado.

A conquista do mercado sul-coreano com a carne suína brasileira é uma ótima notícia! Aproveite e compartilhe essa notícia com seus colegas!

Sistema de inspeção por raio-X favorece segurança alimentar

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A indústria de alimentos no Brasil está tentando diminuir o risco de contaminantes em seus produtos para garantir um nível de segurança alimentar adequado. Não à toa, cada vez mais tecnologias estão sendo desenvolvidas no mercado para atender à necessidade, como é o caso  do sistema de inspeção de raio X Thermo Scientific™ NextGuard™, apresentado nesta edição da Fispal Tecnologia.

O equipamento inspeciona produtos acabados em busca de contaminantes físicos, como peças ou partes que se desprenderam de máquinas durante a produção industrial, incluindo objetos não metálicos como vidro, plástico, ossos e pedras, para evitar que o alimento saia da fábrica contaminado. A identificação ocorre mesmo através de filmes metalizados e embalagens de alumínio, algo que detectores de metais – comumente utilizados no mercado – não conseguem fazer.

“O raio X também trabalha com a densidade desses elementos  contaminantes. Ou seja, se eles forem mais densos do que a água  afundarem quando colocados  dentro de um copo d’água,  o equipamento identifica. Além disso, como ele faz uma varredura por imagem, é possível identificar produtos faltantes,  possíveis falhas ou quebras, por exemplo”, afirma Marcelo Kerhart, Marketing Communications da Thermo Fisher Scientific.

A solução lançada em prol da segurança alimentar conta com um sistema de análise totalmente customizado, programado com base nas características de um produto regular. Por isso, à medida que algo fora do padrão pré-estabelecido é identificado, o problema é logo apontado. “O raio X Thermo Scientific™ NextGuard™ é o que há de mais novo no mercado, aplicado de acordo com o grau de risco de contaminação de cada indústria”, conclui.