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Articles from 2017 In May


Modelo Store in Store permite dividir custos fixos: conheça

Já pensou em dividir custos fixos com outro empresário? Descubra o modelo store in store

O ramo de estabelecimentos de alimentação fora do lar tem por característica a sua grande capacidade de se reinventar. Em momentos de baixa essa capacidade precisa ser ainda mais presente, com modelos de negócio concebidos para que sejam sustentáveis em todas as suas vertentes.

Seguindo esse pensamento, um modelo que tem despontado com força no ramo de alimentação fora do lar é o de store in store, algo como "loja dentro de outra loja".

Mas você pode pensar que esse modelo não é novo, afinal supermercados há tempos dividem o mesmo espaço com outras lojas, a exemplo de farmácias e lanchonetes. E você não está errado.

O maior diferencial, agora, é que esse modelo de negócio já chegou às micro e pequenas empresas, complementando e agregando valor a produtos e serviços, otimizando espaços e reduzindo custos.

O que significa o conceito store in store?

O conceito original de store in store refere-se à união de esforços de empreendedores para melhorar as condições de trabalho de empreendedores parceiros.

Hoje essa modalidade já ganhou importante espaço para o varejo brasileiro”, diz Karen Sitta Fortini e Souza, analista e coordenadora da carteira de alimentação fora do lar do Sebrae Nacional. Na realidade, o conceito nada mais é do que uma loja que concede espaço dentro do seu estabelecimento para o funcionamento de outra loja, gerando pontos de vendas.

Com isso, se houver uma boa sintonia entre as lojas, o conceito pode representar um casamento perfeito para todos.

Principais vantagens do conceito de loja dentro da loja

Certamente, várias são as vantagens em alugar um espaço dentro de uma loja para oferecer novos serviços provindos de outra loja. Algumas são:

  • Modelo inovador e criativo;
  • Otimização da capacidade ociosa do estabelecimento;
  • Aumento do consumo nos estabelecimentos;
  • Em alguns modelos de negócio, o store in store pode otimizar os custos fixos com infraestrutura, que podem ser compartilhados entre os empreendedores.

Além disso, a especialista lembra da facilidade para o consumidor ao poder comprar coisas distintas e complementares no mesmo lugar como outra grande vantagem. “Com isso, podemos manter o local sempre movimentado”, garante Karen.

Revolucione seu estabelecimento com uma consultoria gratuita

E se você pudesse revolucionar seu estabelecimento com uma consultoria gratuita?

A cidade de São Paulo (SP) é o segundo pólo gastronômico em ranking mundial, com 55 mil estabelecimentos, entre churrascaria, padarias, pizzarias, restaurantes japoneses e opções de delivery. Logo a competitividade é acirrada. Para ajudar o empreendedor e proprietário a melhorar sua participação nesse mercado, a Fispal Food Service realiza o "Fale com um especialista": sessões de 30 minutos de consultoria gratuita com consultores da FCSI – Sociedade Internacional de Consultores de Food Service.

Considerados “cientistas do food service”, esses profissionais vão conversar sobre gestão de estabelecimentos de A&B e  projetos de cozinha profissional com profissionais do setor que buscam estratégias de aperfeiçoamento para seus negócios.durante a Fispal Food Service, que acontece entre os dias 6 e 9 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo (SP)

“Realizar um evento como este em São Paulo reforça nossa principal meta, que é contribuir com a expansão e o desenvolvimento constantes do food service. Afinal, a capital gastronômica do Brasil e seus crescentes investimentos no setor servem como um exemplo do que os players desse mercado pretendem conquistar em todo o Brasil”, comenta Clélia Iwaki, Group director da marca Fispal, que são organizadas pela Informa Exhibitions.    

 

Quer saber como melhorar sua produção de sorvetes e vender o ano todo?

fispal sorvetes

O Brasil é o 6º maior mercado de sorvetes no mundo, ainda que por aqui seja mais comum considerar o alimento uma sobremesa para as estações mais quentes do ano. Mas para quem quiser aproveitar esse produto e inovar, pesquisa da consultoria Mintel avalia que o mercado de sorvete premium vai crescer nos próximos anos. Para ajudar você a se preparar, a Fispal Sorvete, que acontece de 6 a 9 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), traz soluções em equipamentos, insumos e ingredientes, embalagens, refrigeração, armazenagem, logística e áreas relacionadas ao setor sorveteiro.

Além disso, durante a feira serão realizados a Escola de Gelados e a Academia de Gelatos. A primeira tem o objetivo de apresentar novas oportunidades para a indústria, na Escola de Gelados da Fispal Sorvetes profissionais reconhecidos vão compartilhar tendências em sabores e formatos abrangendo diversos tipos de gelados: mini porções, marmorizados stekos e bombons.

A Academia de Gelatos traz programação especial durante a feira, conduzida por nomes relevantes do segmento, abordando temas sobre o segmento premium e gourmet, e como produtos com alto valor agregado possuem uma lucratividade interessante e podem ser decisivos na estratégia do seu negócio.

7 pontos que não devem passar despercebidos ao investir em cortes premium

7 pontos que não devem passar despercebidos ao investir em cortes premium

Apesar da leve recuperação da economia brasileira no primeiro semestre de 2017, especialistas concordam que ainda é preciso cuidado ao investir em mercados mais restritos, como o de carne bovina premium.

Mas, para aqueles que enxergam na crise uma oportunidade de inovação e desejam aproveitar ao máximo essa oportunidade, o primeiro passo é montar um modelo de negócio.

Hoje existem várias técnicas e metodologias para se fazer isso mas, basicamente, o empresário precisa conhecer ao máximo o público que ele deseja atrair. Algumas questões que não podem faltar no estudo são:

  • Quais são os seus cortes preferidos?
  • Quanto estão dispostos a gastar em carnes por mês?
  • Qual seu comportamento de consumo?
  • Existe alguma época do ano em que o consumo é maior?

Estas perguntas precisam ser respondidas de forma clara, preferencialmente por pessoas desconhecidas que, independente da ideia do negócio, irão passar uma visão mais realista do mercado - o que geralmente não acontece com amigos e/ou familiares.

Também devem fazer parte do plano de negócios:

a) Controle de qualidade: é o documento que contém todos os padrões e procedimentos de qualidade do negócio. No contexto de novos cortes de carnes, é importante deixar claro quais serão as técnicas, utensílios e embalagens utilizadas no processo.

b) Boas Práticas de Fabricação: tem como principal objetivo estabelecer, de forma metódica, todas as boas práticas relacionadas à higiene e limpeza do ambiente de trabalho -  que, no caso de carnes, é fundamental para garantir a segurança alimentar do produto final.

c) Custo-benefício: por se tratar de um negócio que, obviamente, depende do lucro para sobreviver, também é preciso buscar o melhor custo-benefício possível, buscando sempre fornecedores mais próximos (economia com logística) e realizando compras insumos e matérias primas por meio de  associações que, por comprarem em grande volume, conseguem um preço menor.

Além desses pontos, vale lembrar que o mercado brasileiro é extremamente volátil e a especialização pode fazer a diferença em tempos difíceis. Como lembra Rômulo Machado Vieira, gestor de Projetos do Sebrae:

“O empresário precisa ficar conhecendo as atualizações do mercado, sempre procurando inovar, por mais que ele tenha um produto que hoje está vendendo, o empreendedor precisa se preocupar em estar em constante aperfeiçoamento.”

Por último, mas não menos importante, é preciso determinar o preço de cada corte oferecido. Nesta hora, não existe fórmula mágica e a estratégia mais recomendada por outros empresários é avaliar o preço dos concorrentes e, a partir disso, tentar ser o mais competitivo possível - desde que a qualidade do produto não seja influenciada, é claro.

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Ofereça segurança de trabalho aos funcionários da sua padaria

Sua padaria está totalmente preparada para oferecer segurança de trabalho aos funcionários?

É cada vez maior a preocupação com a segurança de profissionais em seus locais de trabalho. Na cadeia de alimentação fora do lar, uma série de normatizações é adotada para que cuidados sejam tomados desde os fornecedores de máquinas e equipamentos até ao dia a dia do próprio estabelecimento comercial.

No caso específico das padarias, além da NR 12 (norma reguladora para equipamentos e instalações industriais), são aplicadas outras quatro NRs: a NR 6, referente aos equipamentos de proteção individual (EPIs); a NR 10 (instalações elétricas), a NR 15 (ruído e insalubridade) e a NR 17 (ergonomia e condições do ambiente de trabalho).

Em meio a tantas regras, o empreendedor pode ficar confuso e deixar de seguir um ou outro parâmetro, o que é bastante prejudicial ao ambiente de trabalho de padarias. De olho nisso, atualmente, a ABIEPAN (Associação Brasileira das Indústrias de Equipamentos, Ingredientes e Acessórios para Alimentos) está conduzindo, em parceria com o Sebrae, um programa para elaborar Normas Técnicas no âmbito da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e, assim, melhorar o padrão de qualidade e segurança das máquinas utilizadas em panificadoras.

Conversamos com a coordenadora administrativa e de novos negócios da ABIEPAN, Juliana Souza, sobre a importância de equipamentos certificados em padarias e o impacto deles na segurança dos profissionais. Confira!

Como o equipamento certificado garante a segurança do trabalhador?

No âmbito da NR 12, cujo ponto focal é a segurança do operador, existem diversas medidas de proteção nos equipamentos. As proteções poder ser fixas (por exemplo, a estrutura da máquina) ou móveis (como grades).

“No caso de proteções móveis, deverão ser intertravadas por meio de dispositivos específicos de segurança. Uma das características da NR 12 é o impedimento de uma religamento não esperado do equipamento quando de alguma forma ele tenha seus movimentos interrompidos. Esse procedimento acontece por meio da obrigatoriedade de um religamento manual.”

Qual é o impacto da NR 12 nas padarias?

Existem dois principais impactos positivos, de acordo com a especialista. “O primeiro é o aumento da segurança do operador, diminuindo de forma muito grande o risco de acidentes de trabalho. O segundo é a melhoria técnica do equipamento que o seu proprietário a produzir com melhor qualidade, com menos risco e com maior eficiência energética”, esclarece.

Como é feita a certificação de um equipamento no setor de panificação?

Todo equipamento que segue as exigências da NR 12 deve ter um laudo de conformidade - elaborado e emitido por um engenheiro de segurança do trabalho, engenheiro mecânico ou engenheiro eletricista -, que é acompanhado da chamada Anotação de Responsabilidade Técnica, recolhida pelo profissional que emite o laudo.

“O laudo e mais uma declaração do responsável legal da empresa, apontando a fabricação de todos os equipamentos sempre da mesma forma que a amostra analisada e laudada, são suficientes para a comprovação do atendimento às exigências da NR 12”, relata Juliana.

Outra possibilidade, segundo a profissional ABIEPAN, é a de o equipamento precisar seguir as exigências da Portaria nº 371 do Inmetro. “Esse equipamento, obrigatoriamente, deve ter o selo do Inmetro, que informa que ele foi ensaiado e aprovado em laboratório e que ele possui as características de rastreabilidade e repetibilidade de seus componentes, além de haver uma auditoria em seu sistema de fabricação que audita a repetição dos equipamentos fabricados".

Advanced Planning Systems garante benefícios estratégicos: conheça

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A cadeia de suprimentos, também conhecida por aqui como supply chain, é um conceito que compreende todos os processos logísticos de uma indústria: desde o contato com o fornecedor, a compra de insumos e matérias-primas, o abastecimento das linhas de produção até a distribuição dos produtos para o mercado consumidor.

Por isso, não é exagero dizer que o gerenciamento da cadeia de suprimentos exige não só profissionais qualificados para executar cada uma das tarefas envolvidas no processo, mas também a integração com a tecnologia para garantir a eficácia do trabalho desenvolvido. E nesse sentido,  o APS (Advanced Planning Systems) - sistema que auxilia a empresa no planejamento tático e estratégico de suas operações, em todos os aspectos do supply chain -  vem ganhando destaque no mercado.

“Ele foi desenvolvido para ser uma ferramenta de planejamento e programação avançada, utilizando-se do conceito da capacidade finita, com intuito de absorver as carências dos ERPs (Enterprise Resource Planning - também chamados de Sistemas de Gestão Industrial) existentes e completá-los. Mesmo o APS sendo um sistema que pode trabalhar de forma isolada, ele também apresenta a capacidade de funcionar integrado com outros sistemas, para evitar duplicidade de dados cadastrais e a sobreposição conflitante com os diversos sistemas de gestão da organização, possibilitando, assim, o melhor gerenciamento da cadeia de suprimentos”, explicam os engenheiros de produção Danilo Sena Martins e Geraldo Cesar Meneghello.

Confira, a seguir, outras informações sobre as soluções APS (Advanced Planning Systems) na gestão da cadeia de suprimentos da indústria de alimentos e bebidas.

A aplicabilidade e os benefícios do APS

Do ponto de vista estratégico, as indústrias observaram que as decisões relacionadas à programação da produção priorizavam as demandas, assim como a alocação dos recursos levava em consideração, principalmente, a data de entrega e, em determinados casos, os clientes preferenciais. Apenas a programação por data de entrega já oferecia excelentes resultados, mas não garantia o melhor retorno estratégico para a organização dentro de sua cadeia de suplementos, sobretudo em momentos de baixa demanda.

"O planejamento era realizado de forma que, com base nos pedidos, o sistema gerava as necessidades líquidas de matéria-prima, repassando-as para o setor de compras e, simultaneamente, gerava as ordens de produção", explica Fabrício Machado, analista da informação certificado pela Microsoft.

Agora, no entanto, com a utilização da ferramenta APS, é possível observar um alto grau de interação entre os setores, que passam a trabalhar de forma colaborativa e alinhada com a estratégia da indústria, uma vez que o próprio sistema considera fatores estratégicos na programação dos recursos produtivos.

O objetivo desses sistemas é a determinação exata do programa de produção, respeitando as principais restrições referentes à disponibilidade de materiais, sua localização, tempo de estocagem e transporte, de modo a favorecer uma otimização do desempenho da empresa e a redução dos seus custos no atendimento às demandas de mercado.

Características e funcionalidades do APS

Programação em tempo real

O sistema permite atualizações em tempo real, seja de listas de expedição ou de controle do estoque. É possível realizar programações de todos os tipos, com apenas uma operação, ou até mesmo trabalhos para vários fluxos de operação com precisão.

Planejamento de vendas e operações

Por meio do APS, é possível, ainda, consultar projeções que levam em consideração variáveis como inventário disponível e pedidos de venda, de transferência, de compra e de produção. Além disso, ele permite a previsão de quando cada item tende a acabar, assim como a realização de pedidos de reposição com antecedência, evitando, assim, um impacto negativo sobre as vendas.

Ao ser implementado, o sistema proporciona ganhos em toda a cadeia de suprimentos da indústria de alimentos e bebidas devido à sua precisão e elevada capacidade de gerar diversos cenários, conforme as mudanças vão acontecendo, e possibilitar a integração do planejamento com toda a cadeia de suprimento, analisando alternativas e restrições.

Você já conhecia os detalhes do sistema de gestão APS (Advanced Planning Systems)? Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e fique por dentro de todas as soluções que ajudam a otimizar os processos da sua indústria de alimentos e bebidas.

Chefs e gestores debatem crescimento e desenvolvimento do mercado

Chefs e gestores debatem crescimento e desenvolvimento do mercado de alimentação fora do lar

"Regulamentação da Gorjeta", "Servir é uma arte!" e “Como Criar Diferencial?” serão alguns dos temas abordados durante o Fórum Gestão à Mesa, que acontece nos dias nos dias 7 e 8 de junho, durante a Fispal Food Service, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). Dentre os profissionais reunidos para debater o desenvolvimento, manutenção e crescimento do mercado estão Benny Goldenberg, do Arturito, e Marcos Livi, do Veríssimo Bar.

O Fórum Gestão à Mesa é organizado pela Fispal Food Service em parceria com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), e reflete as necessidades de um setor que segue em alta, mesmo diante do atual contexto socioeconômico do país, e vem se tornando uma opção promissora tanto para os experientes players que o integram quanto para seus novos investidores.

 

Entenda o funcionamento de uma cozinha colaborativa

Custo, horário e divulgação: entenda o funcionamento de uma cozinha colaborativa

Alugar cozinha é uma tendência no exterior e está chegando ao Brasil com força total. Conforme falamos neste artigo sobre cozinha colaborativa, a proposta é que cozinheiros possam usar o espaço profissional para produzir seus pratos.

A cozinha colaborativa funciona exatamente da mesma forma que o escritório colaborativo, conhecido como coworking. Ao chef é oferecida uma cozinha industrial em um sistema de aluguel. Todos os utensílios já estão na cozinha, dessa forma, cabe ao cliente levar somente os ingredientes, a receita e claro, o seu talento.

"Cobramos do chef uma taxa de R$ 280 pela locação da cozinha. O chef pode ficar o dia todo (das 9h às 22h), sendo que às 12h ele tem que iniciar o almoço e às 22h encerrar o jantar", diz Rebecca Dias da House of Food

Além disso, todo o atendimento e a venda de bebidas são feitos pela equipa da casa, cabendo ao chef somente produzir seus pratos.

Em cozinhas colaborativas, a higiene é sempre uma prioridade, assim Rebecca pondera o seguinte: “ao final do serviço o espaço tem que ser entregue limpo, do jeitinho que ele encontrou quando chegou.

No caso da House of Food, o chef pode solicitar a limpeza, desde que concorde com o pagamento de uma taxa de R$ 150. Essa é a norma da colaboração: "usar hoje, mas deixar tudo organizado para que outra pessoa possa usar amanhã."

Vale a pena alugar uma cozinha colaborativa?

Para quem pretende testar um novo modelo de negócio gastronômico, mas não tem como investir tanto, o custo benefício das cozinhas colaborativas compensa muito, já que o que é oferecido vai muito além do que qualquer chef teria em qualquer outro espaço.

Além disso, a ideia é que o espaço seja lucrativo ao chef e à cozinha. “No dia seguinte ao evento fazemos o fechamento completo para saber quantos pratos foram vendidos. Esse fechamento, por sua vez, é encaminhado ao chef que alugou o espaço para que, depois de 10 dias úteis, seja feito o repasse do que foi vendido.

Esse repasse varia para cada cozinha colaborativa. Na House of Food, por exemplo, é feita a seguinte divisão: 70% do valor dos pratos vendidos ficam para o chef e 30% ficam para a casa, valor aplicado no custeio de impostos e  taxas de cartões.

A propaganda é a alma do negócio

Para o chef que alugar o espaço de uma cozinha colaborativa, a divulgação se torna ainda mais importante. O diferencial, nesse sentido, é que o empresário faz a divulgação pessoal dele e a cozinha colaborativa também se empenha em divulgar o evento.

Segundo Rebecca, para que o evento tenha uma divulgação interessante, solicita-se ao chef que a faça previamente ou chame um público que ele já conheça.

Depois dessa divulgação prévia nós divulgamos nas nossas páginas em redes sociais e dependendo do prazo, tentamos divulgar em plataformas como Catraca Livre ou Chicken or Pasta”.

Quer conhecer os passos para iniciar a automação na suinocultura? Nós mostramos

Quer conhecer os passos para iniciar a automação na suinocultura? Nós mostramos

Apesar dos equipamentos serem pontos-chave de qualquer sistema de automação, inclusive o de suinocultura, o empresário que deseja investir na automação de produção suína precisa estar atento a vários outros fatores.

Veja quais são eles:

1. Autorização ambiental

Por ser necessária a instalação de equipamentos, o primeiro passo é conferir se a fazenda possui autorização, junto ao MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), para ampliar a área utilizada para a produção de suínos.

Em alguns casos, também pode ser necessário intervir na fauna e flora nativa da região, o que torna o processo de autorização ainda mais crucial para que se evitem multas e problemas com a justiça no futuro.

2. Dimensionamento da área

A área necessária para automação e produção de suínos está diretamente relacionada ao volume de produção e à distância regulamentada pela licença ambiental, tratada no item anterior.

As pocilgas e unidades de tratamento de dejetos, por exemplo, devem estar distante, no mínimo, 50 metros das residências, estradas e outras instalações.

3. Plano de Gerenciamento de Dejetos

O Plano de Gerenciamento de Dejetos vai depender das condições atuais da propriedade, do volume de produção e reaproveitamento (ou não) dos resíduos gerados pela automação.

Biodigestores, por exemplo, somente são necessários se o produtor estiver interessado na produção de biogás a partir dos dejetos suínos.

4. Investimento progressivo

Como nem todo empresário tem recurso o suficiente para automatizar de uma só vez a produção de suínos, é importante entender que o investimento pode ser progressivo, mas requer uma certa ordem de prioridade.

O primeiro item a ser automatizado é a coleta e tratamento dos dejetos. O segundo é a fabricação e distribuição da ração e o terceiro é o fechamento das cortinas, ventilação e nebulização.

5. Avaliação de custos

Segundo Elsio Figueiredo, pesquisador da Embrapa Aves e Suínos (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), é possível encontrar projetos com instalações automatizadas que variam de R$ 4 mil a R$ 6 mil por cabeça alojada, com alternativas de pagamento em até 12 anos.

Custos automação suinocutura

Fonte: http://sfagro.uol.com.br/6-dicas-para-comecar-a-criar-suinos/

Em alguns casos também é possível trabalhar no regime de cooperativa, que pode ser de dois tipos: independente, quando o criador cooperado realiza todos os ciclos da produção; ou integrada, quando as etapas produtivas são divididas entre os membros da cooperativa.

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Entenda as etapas de pesquisa para desenvolver novos alimentos

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Quando o pesquisador começa a trabalhar com o desenvolvimento de alimentos, ele sabe o horário que vai entrar em um laboratório, mas não tem ideia do momento em que vai sair de lá, tendo em vista que são muitas as etapas a serem cumpridas até a conclusão do projeto final.

Muitas vezes, os novos alimentos podem existir de forma caseira e o pesquisador tem a missão de aplicá-los conforme os requisitos da indústria, mas em outras, o trabalho começa do zero.

De acordo com Cristina Ambiel, coordenadora de Atividades Técnicas do Senai- SP, “novos alimentos podem ser decorrentes de uma versão semelhante do que já existe no mercado ou frutos de incorporação de melhorias e inovações para gerar um novo produto.

Confira, portanto, as principais etapas do trabalho realizado pelos pesquisadores antes da chegada dos novos alimentos aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nas gôndolas dos supermercados e conheça alguns insights sobre as oportunidades de inovação nesse segmento.

O desenvolvimento de novos alimentos

Cada demanda de criação de um novo produto exige pesquisa e planejamento. “O primeiro passo é identificar o que se espera do novo alimento, quais são suas características, o público-alvo que irá consumi-lo, o mercado que ele deseja atender... Enfim, é importante saber tudo sobre o novo produto”, aponta Cristina Ambiel.

Depois de respondidos os primeiros questionamentos, começa uma segunda etapa, que é a da verificação das legislações pertinentes, com o objetivo de checar se há viabilidade técnica para que o alimento seja, efetivamente, desenvolvido.

Cabe destacar, também, a importância de se fazer uma análise dos ingredientes e dos aditivos a serem utilizados, verificando se eles são permitidos e quais são os seus limites de uso. Na sequência, há o planejamento das etapas e a solicitação das amostras para a realização de testes.

Todo esse processo envolve uma equipe multidisciplinar composta por especialistas de áreas como marketing, desenvolvimento de produtos, regulatório, controle de qualidade, engenharia e produção. O trabalho simultâneo desses profissionais é necessário para colocar o produto em processo de fabricação.

Etapas do trabalho de um pesquisador para o desenvolvimento de novos alimentos

Como vimos, para desenvolver um novo produto alimentício, o pesquisador precisa executar diversos processos e contar com análises precisas de cada procedimento. Nesse contexto, são fundamentais algumas etapas:

•    Concepção da ideia do produto (briefing);

•    Pesquisa e análise regulatória;

•    Testes de desenvolvimento;

•    Avaliação sensorial;

•    Definição do processo e das tecnologias envolvidas;

•    Definição da embalagem e informações de rotulagem;

•    Seleção de fornecedores de ingredientes e aditivos;

•    Análise de viabilidade técnica e econômica;

•    Produção inicial.

Todo esse trâmite possui um tempo muito variável de duração, conforme exemplifica Cristina Ambiel. “Desenvolvemos uma tapioca pronta, que só precisava ser colocada no micro-ondas para ser consumida. Levamos quatro meses para conseguir encontrar os ingredientes que permitissem que a tapioca se mantivesse fresca e apresentasse um bom comportamento perante o aquecimento do micro-ondas, mas valeu a pena, o produto ficou excelente”, comenta.

O período de aprovação, como exemplificou a especialista, depende muito do produto e da sua complexidade, além, é claro, da experiência da equipe para resolver as dificuldades encontradas durante o processo.

Por isso, é fundamental que o pesquisador domine os ingredientes e entenda como as interações entre eles irão dar características de sabor, textura, cor, odor e formato do produto. Por vezes, os pesquisadores precisam realizar, no mínimo, dez testes para chegar até o alimento que encontramos na prateleira.

A inovação na indústria alimentícia

A inovação na indústria alimentícia deve ser resultante de um processo de interação que conecte as necessidades do consumidor atual às novidades trazidas pelo desenvolvimento da ciência e da tecnologia.

Hoje, essa inovação acontece, principalmente, na formulação de ingredientes e aditivos, no lançamento de alimentos funcionais e transgênicos. “A tendência atual é o desenvolvimento de alimentos mais saudáveis, com substituição de elementos nocivos por opções mais benéficas para a saúde das pessoas”, aponta a coordenadora de Atividades Técnicas do Senai- SP.

Apesar disso, há espaço, também, para as inovações no setor conhecido como do freezer ao forno, isto é, alimentos pré-prontos e práticos para o dia a dia das pessoas que passam cada vez menos tempo em casa.

Você já conhecia o trabalho desenvolvido pelos pesquisadores no desenvolvimento de novos alimentos? Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e fique por dentro de outros temas da área e do funcionamento geral da indústria de alimentos e bebidas.