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Articles from 2017 In December


Purificadores de ar dão mais segurança a ambientes industriais

Estima-se que o ar de ambientes fechados chega a ser cinco vezes mais poluído do que o ar exterior. Diante desse cenário, purificadores de ar eficientes tornam-se cada vez mais necessários para a indústria, em prol da segurança do trabalho e dos processos produtivos.

 

A gestão da qualidade do ar em lugares fechados tem se mostrado cada vez mais necessária para os gestores das indústrias brasileiras. Afinal, estudos recentes realizados fora do país apontam que o ar que respiramos dentro de ambientes fechados tende a ser até cinco vezes mais poluído do que aquele que respiramos do lado de fora.

Não à toa, o Ministério da Saúde criou a portaria 3523/98 que regulamenta a qualidade do ar em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas, como bancos, escolas, shoppings, supermercados e lojas. O documento cita a “Síndrome dos Edifícios Doentes”, definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como “um conjunto de doenças causadas ou estimuladas pela poluição do ar em espaços fechados”.

O problema acontece porque lugares com pouca circulação de ar já possibilitam, por si só, uma propagação maior de vírus e bactérias, que acaba sendo potencializada quando o ar condicionado central ou as tubulações utilizadas em uma indústria, por exemplo, acumulam sujeira. Para se ter uma ideia, um sistema de ar condicionado com capacidade de 10.000 m³/h pode levar, em média, 15.000.000 bactérias/hora.

“Nos locais de trabalho, essas condições também tornam-se maléficas à saúde do trabalhador, principalmente se considerarmos os agentes biológicos gerados pelas próprias pessoas, provenientes de espirro, tosse e outras secreções oriundas de doenças como gripe e resfriado”, ressalta Marcelo dos Santos Paula, Prof. Msc. do Departamento de Engenharia de Produção, do Centro Universitário FEI.

Os purificadores de ar

Diante desse cenário, muitas indústrias acabam por adotar a AHUs (Air Handling Unit ou “Unidade de Tratamento de Ar”) como parte dos HVACs (Heating, Ventilating and Air Conditioning - tecnologias adotadas em prol do conforto ambiental, principalmente, de edifícios e veículos) para permitir que o ar de seus ambientes seja tratado.

“O tratamento adequado do ar ambiente tem de ser uma prática comum nas empresas, independentemente de seus segmentos e setores. Mas quando falamos da indústria de alimentos, bebidas, cosméticos e farmacêutica, não podemos esquecer que existe, ainda, a condição da contaminação cruzada, que interfere na qualidade dos produtos que estão sendo manufaturados”, lembra o professor.

Plano de inspeção e manutenção

A implementação de uma Unidade de Tratamento de Ar nas indústrias deve vir acompanhada de um Plano de Inspeção e Manutenção, que é de responsabilidade irrestrita das empresas e, em especial, do gestor de manutenção e do responsável pelo processo operacional das indústrias. O primeiro deve assegurar que todos os itens críticos dos sistemas de ventilação e exaustão sejam mapeados e inseridos em um sistema de gerenciamento de manutenção, além de comandar o seu planejamento e execução. Já o outro, deve garantir que os procedimentos de limpeza sejam realizados.

Além disso, variáveis como área e volume, tipo de telhado, ventilação natural existente, processo a ser desenvolvido, tipologia de agentes químicos e/ou biológicos potencialmente dispersos, densidade de partículas potencialmente suspensas, diâmetro de partículas potencialmente suspensas, dentre outros paradigmas, devem ser considerados para garantir os resultados desse processo de tratamento.

 “Instalar sistemas de purificação de ar é um grande investimento para as indústrias, porém, a não implantação integral desses mecanismos pode ser revertida em custos relacionados ao tratamento de trabalhadores enfermos e ao comprometimento dos produtos fabricados”, conclui. 

Indústria de alimentos e bebidas: os 15 posts mais acessados em 2017

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Em 2017, a Fispal Tecnologia trouxe diversas atrações para a feira, e retratou os principais assuntos do setor aqui na Fispal Digital.

Assuntos sobre como a Indústria 4.0 vai transformar o mercado, novas técnicas de envase, embalagens e rotulação passaram por aqui. Além disso, abordamos diversos aspectos sobre logística e quais serão seus desafios com uma indústria mais automatizada.

Confira agora os 15 posts mais acessados em 2017 e os 10 materiais mais baixados para ter um resumão de tudo o que aconteceu neste ano.

15 posts mais acessados em 2017:

Demonstrador da Indústria 4.0 reproduz fábrica totalmente automatizada; veja como funciona

Raio-x do mercado de sucos

Resolução torna obrigatória rotulagem de alimentos alergênicos; veja o que muda para a indústria

As 6 principais tendências que impactarão o mercado de embalagem

Mercado de alimentação saudável cresce e desaponta como oportunidade de negócio

O que há de inovação em alimentos e bebidas saudáveis?

Confira as vantagens da Indústria 4.0 para o setor de alimentos e bebidas

Da ideia à produção: entenda as etapas de pesquisa para desenvolver novos alimentos

Você sabe quais são as informações obrigatórias para o seu rótulo? Veja 15 passos aqui!

Uso de gases ajuda a manter alimentos frescos por mais tempo; entenda

Entenda por que a pasteurização e esterilização são tão relevantes para a indústria de alimentos

Confira as tecnologias aplicadas nos processos produtivos da Indústria 4.0

Especialista avalia crescimento do mercado de embalagens individuais

Indústria 4.0: o que fazer para minha indústria de alimentos e bebidas chegar lá?

Como a indústria deve se preparar para atender aos diversos perfis de consumidores?

10 materiais mais baixados em 2017:

Como dar um salto tecnológico para a indústria 4.0

Tendências de embalagens lightweight

Embalagens inovadoras para alimentos

Introdução à manufatura avançada

Logística na indústria de alimentos e bebidas

Alimentos industrializados: presente e futuro das normas de regulamentação

A vez da embalagem econômica

Como fazer o gerenciamento de alergênicos na indústria de alimentos

Segurança alimentar na indústria de embalagens

Indústria 4.0 para pequenas e médias indústrias

 

Mercado food service: os 15 posts mais acessados em 2017

Como organizar o layout de uma cafeteria?

Em 2017, a Fispal Food Service trouxe diversas atrações para a feira – além das grandes novidades do setor de alimentos e bebidas, discutidos na Fispal Digital. Técnicas de preparo, dicas de gestão, legislações, cases e tendências passaram por aqui.

Além disso, foram diversos materiais exclusivos para download, para que você possa tornar seu estabelecimento de alimentação fora do lar muito mais rentável e com grande sucesso. Para relembrar tudo o que aconteceu por aqui, fizemos um resumão com os 15 posts mais lidos durante o ano e, de quebra, trouxemos os 10 materiais mais baixados. Confira!

15 posts mais lidos em 2017

Confira as vantagens do cardápio digital

Sorveteria altera o cardápio para não perder faturamento em dias frios

4 dicas de ouro para começa a vender marmita congelada

Tudo que você precisa saber para montar um espaço kids

Embalagens multifuncionais para lanchonetes e padarias

Conceito grad and go se aproxima da rotisseria no Brasil

Sistema de gerenciamento de gás em pizzarias e churrascarias é destaque na Fispal Food Service

Como (e por que) fazer uma ficha técnica de sorvete

Conselhos para evitar o fechamento de uma empresa de alimentação fora do lar

Cozinha colaborativa é opção de baixo investimento para começar no ramo de alimentação

O impacto da Reforma Trabalhista nos bares e restaurantes

7 passos para montar um delivery de sucesso

Automação em restaurantes: como fazer?

Entenda por que seu estabelecimento deve aceitar vale-refeição

3 dicas para uma gestão de estoque

10 materiais mais baixados em 2017

Como fazer uma ficha técnica de produtos

Atendimento nota 10: guia para encantar clientes

Food Truck: modelo de negócio e regulamentação

Embalagens para alimentação: tendências e novidades para o mercado food service

Café tradicional ou gourmet?

15 pães para se inspirar e diversificar sua produção

Gestão de compras: uma maneira inteligente de evitar desperdício

Cardápio de restaurante por quilo: saiba como elaborar um menu de sucesso

Marketing digital para estabelecimentos de alimentação fora do lar

29 cuidados obrigatórios com higiene e limpeza

Confira páginas mais acessadas em Tecnocarne digital no último trimestre de 2017

Confira páginas mais acessadas em Tecnocarne digital no último trimestre de 2017

Inovações em processos, normas e legislações têm sido cada vez mais frequentes no mercado de proteínas. E isso independe se o estabelecimento é um abatedouro, açougue ou frigorífico e se a proteína é bovina, suína ou de aves. Quer saber mais sobre esses sistemas e como fazer seu estabelecimento funcionar melhor? Confira os cinco materiais mais acessados no canal digital da Tecnocarne no último trimestre de 2017;

9 passos essenciais para montagem e funcionamento de um abatedouro modelo. Como em qualquer instalação industrial, o abatedouro também possui regras ou manuais de boas práticas. Como sua produção final impacta diretamente na saúde do consumidor, há etapas fundamentais para o bom funcionamento, montagem e operação de abatedouros de diferentes espécies animais, de acordo com as dicas do pesquisador Elsio Figueiredo, da Embrapa  Suínos e Aves de Concórdia, em Santa Catarina.

Como armazenar carnes corretamente no açougue ou frigorífico? Armazenamento de carnes é uma das maiores preocupações de açougues e frigoríficos. Isso porque, além de preservar o alimento por longos períodos sem prejudicar sua qualidade sensorial, a forma como a carne é armazenada afeta diretamente a sua qualidade microbiológica e, consequentemente, a saúde dos consumidores.

16 mudanças importantes no Riispoa que você precisa conhecer. O Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal passou por mudanças, impactado os produtores de carnes bovina, suína, de aves e peixes. A partir de agora, as punições de irregularidades na produção de alimentos a partir dessas proteínas estão mais rigorosas.

Você sabe como realmente identificar uma boa carcaça? Todo pecuarista se pergunta  como identificar a melhor carcaça entre meus animais enviados ao frigorífico? De acordo com a professora do curso de Zootecnia da UEL (Universidade Estadual de Londrina), Ana Maria Bridi, a classificação e tipificação de carcaças servem para direcionar as carcaças, de acordo com a qualidade, para os diferentes tipos de mercado.

Diferentes tipos de proteínas exigem diferentes padrões de carcaças. Conheça critérios para aves, suínos e bovinos. Deve-se realizar um melhoramento genético buscando animais que apresentem boas características qualitativas e quantitativas, sempre de forma harmônica. O transporte da fazenda para o abatedouro também deve receber atenção especial, onde se deve reduzir o máximo de efeitos causadores de estresse ou escoriações que irão penalizar a carcaça.

Investir em marketing digital traz retorno para indústrias

marketing digital

A era digital é uma realidade que acompanha o desenvolvimento da internet, trazendo rapidez, agilidade e expansão, aliás, neste cenário não existem limites geográficos, com isto a internet se tornou o meio de comunicação mais eficiente.

Com este desenvolvimento surgiram novos conceitos de negócios, como o marketing digital, e a partir disso, várias indústrias começaram a acompanhar e investir nesta mudança, com o objetivo de manter a competitividade em seu segmento. Desta forma, abandonaram a forma tradicional de divulgação, que era realizada através de anúncios em revistas, catálogos técnicos, tabelas de preços, manuais técnicos e folders, e aderiram as formas modernas de anunciar.

Para o crescimento de uma empresa no mercado industrial, é fundamental compreender as inovações tecnológicas e se adaptar a elas, pois o consumidor já está presente neste âmbito. Atrair a atenção do público com conteúdo originais, fidelizar clientes e fixar sua marca no mercado é essencial para conquistar seu espaço entre as concorrentes, e consequentemente, promover seus objetivos através das mídias digitais e novas ferramentas.

Dentro das principais estratégias de marketing digital estão a TPI (Tecnologia de Posicionamento Inteligente), Marketing de Conteúdo, E-mail Marketing, Social Media e anúncios em portais segmentados.

Atualmente, de acordo com o e-book do Plástico Virtual, 50% da população brasileira tem acesso à internet e 90% deste público usa o Google para comprar, vender, trocar e encontrar produtos e serviços. O buscador recebe cerca de 100 bilhões de pesquisas mensais.

Desde 2014, 70% das marcas aumentaram a produção de conteúdo, apostando na inovação e buscando ter o seu diferencial dentro do mercado. Com base nesses dados, podemos ver a importância de estar inserido neste meio e conquistar novos clientes, aumentando a rentabilidade e visibilidade da sua empresa.

*Este artigo foi enviado por Plástico Virtual

Retrospectiva 2017: Saiba como foi a 33ª Fispal Tecnologia

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A  Fispal Tecnologia  2017 - Feira Internacional de Tecnologia para indústria de Alimentos e Bebidas -, realizada de 27 a 30 de julho, foi um grande sucesso. Em novo endereço, o São Paulo Expo, a feira reuniu mais de 40 mil visitantes de todo o mundo ao longo dos quatro dias.

A mudança de local, a setorização da feira e a grande frequência do público ligado ao setor de A&B foram apontados pelos expositores como as principais razões para o tamanho sucesso. Foram diversas atrações, como o Fórum Fispal de Tecnologia, o Demonstrador da Indústria 4.0 - Alimentos & Bebidas, o Lab de Soluções (fruto da parceria com o Senai - SP), o Lounge ABRE de Embalagens, além das novidades tecnológicas e sustentáveis apresentadas para o setor.

Veja agora o que rolou na Fispal Tecnologia, em 2017.

Fórum Fispal Tecnologia

O maior encontro de desenvolvimento e atualização da Indústria de Alimentos e Bebidas recebeu grandes profissionais do segmento em palestras, debates e apresentações de cases. Representantes de grandes marcas como Nissin, Bauducco, Bunge, Nestlé, Cargill, Coca-Cola e Aurora abordaram temas pertinentes ao setor, como melhorias na gestão industrial, sustentabilidade, aumento de produtividade e redução de perdas.

Demonstrador Indústria 4.0 - Alimentos e Bebidas

Atração inédita na feira, os visitantes puderam conferir o Demonstrador Indústria 4.0 - Alimentos e Bebidas, uma área de 300 m², com uma linha de produção que resulta em um produto personalizado e que simula a produção de alimentos.

A linha de produção, integrando um maquinário antigo a novos modelos, chamou a atenção dos visitantes. Veja como foi essa integração:

Consultoria para micro, pequenas e médias indústrias

Outra ação inédita foi a parceria entre o Instituto Mauá de Tecnologia e a Fispal Tecnologia, que ofereceu o serviço de consultoria gratuito para micro, pequenas e médias empresas – sem custo e durante seis meses.

A ideia é fomentar o setor, além de mostrar a importância de estruturar o negócio para crescimento da lucratividade e da melhoria no processo produtivo.  As indústrias selecionadas estão tendo acesso a um plano de melhorias de processo e de produto, que

Durante esse período, as empresas selecionadas recebem visitas mensais de professores da Mauá, que acompanharão de perto o desenvolvimento dos projetos e possíveis ajustes.

Destaque para o mercado de embalagens

Outra atração que chamou a atenção dos visitantes foi o “Lounge ABRE da Embalagem”, uma parceria com a Associação Brasileira da Embalagem (ABRE). O Lounge é destinado aos especialistas que atuam nessa importante área, com o objetivo de reunir os profissionais que atuam em agências responsáveis pela criação de peças até pequenos e médios fabricantes, potencializando a troca de informações, apresentação de tendências e soluções para o segmento.

O Lounge da Embalagem também recebeu o Circuito ABRE de Palestras, com aproximadamente 25 apresentações de até 20 minutos de associados da Entidade.

Com um mix de atrações e mais de 440 empresas expositoras, a Fispal Tecnologia se consolida a cada ano, e continua como a feira mais completa em soluções e tecnologia para a indústria de alimentos e bebidas da América Latina. Até a próxima edição!

5 vantagens da automação em vendas de food service

5 vantagens da automação em vendas de food service

A chamada automação de processos nada mais é do que dispor de recursos e aparatos tecnológicos para otimizarem todos os processos de um estabelecimento food service – da chegada do cliente, passando pelo atendimento, pela eficiência na cozinha e terminando na entrega do pedido e no pagamento, tudo visando a melhora de sua experiência gastronômica.

Confira agora os cinco benefícios da automação, que englobam todas as áreas do estabelecimento:

Melhora o atendimento

Automatizar o sistema pode otimizar todo o processo de atendimento, pois se, por exemplo, o garçom conseguir lançar os pedidos de forma automatizada – e o pedido for instantaneamente recebido na cozinha, certamente haverá mais agilidade na entrega do prato, sem falar no tempo reduzido para o pagamento e na liberação da mesa para os próximos clientes na fila de espera.

E se o estabelecimento contar, ainda, com o cardápio digital, esse tempo de atendimento pode ser ainda mais agilizado, pois bastam alguns toques na tela para que o cliente faça seu pedido, inclusive em relação ao delivery.

Auxilia na gestão das compras e no controle de estoque

Como a gestão de compras também pode ser automatizada em estabelecimentos de alimentação fora do lar, é possível identificar o período em que a última compra foi realizada e quais produtos foram comprados.

Dessa forma, é possível saber se será necessário antecipar a compra de alguns produtos ou se um determinado alimento tem menos saída do que a média de compras dos demais.

Com a automação, também é possível manter um controle sobre os fornecedores atualizado, o que pode garantir a renegociação de contratos e uma oferta de qualidade.

Nesse sentido, os estoques permanecem dentro do nível adequado, ou seja, não há desabastecimento ou desperdício. Aliás, com um bom sistema de automação, o proprietário identifica com mais facilidade quais produtos estão mais frescos e quais estão perto de vencer – o que os torna prioritários no preparo do cardápio.

Ajuda na formação dos preços

Quem é proprietário de um estabelecimento food service sabe que a grande demanda dentro de um mês, e até em um único dia, torna necessário um bom controle das finanças, de modo que haja um lucro no final das contas. E nem sempre essa tarefa é fácil, ainda mais em estabelecimentos de médio e grande porte.

Com a automação, é possível estabelecer uma sugestão automática de preços, levando em consideração os dados da gestão de compras, por exemplo, garantindo que o estabelecimento mantenha a competitividade sem precisar comprometer o lucro e afastar a clientela com preços acima do mercado.

Gera mobilidade ao empreendimento

De forma online, de onde estiver, o gestor tem acesso a informações de vendas, em tempo real, seja de um computador, um tablet ou um celular. Bruno Primati, diretor de consumer da TOTVS, afirma que nessa etapa, é fundamental contar com uma solução flexível e personalizável, para que a empresa tenha autonomia para criar os seus próprios relatórios e análises por dashboards ou dados.

“O resultado se consolida em informações financeiras completas e integradas de vendas, cadastros de produtos, controle de estoque, entre outros processos, que passam a ser controlados de forma eficiente", afirma.

Ajuda na tomada de decisão

Diante de todas as vantagens citadas nas dicas anteriores, outro benefício da automação de processos é facilmente percebido como uma grande consequência positiva para o estabelecimento: a tomada de decisão.

Afinal, esperar o meio do mês seguinte para conseguir apurar os resultados do mês anterior pode fazer com que o estabelecimento fique enfraquecido e boas oportunidades de crescimento sejam perdidas.

Com a automação, os números estão sempre à mão e em tempo real, fazendo com que sejam rapidamente analisados e utilizados para uma tomada de decisão mais assertiva.

Que tal começar agora mesmo a rever os seus processos, o seu modo de trabalho e iniciar o planejamento de uma grande revolução em seu estabelecimento food service? Essa pode ser, inclusive, a saída para colocar o seu negócio em patamares mais altos, garantindo o seu sucesso e o destaque da sua empresa em meio à concorrência.

Especialista revela por que investir em bem-estar animal

Especialista revela por que investir em bem-estar animal

Pesquisas recentes indicam que os consumidores estão cada dia mais preocupados com a forma com que os animais são tratados, dando preferência a produtos que tenham maior respeito à qualidade de vida de bovinos, suínos e aves.

Neste cenário, reduzir o sofrimento animal vem se configurando como a preocupação número um, que está forçando a adoção de boas práticas de bem-estar animal em fazendas, granjas, abatedouros e indústrias de beneficiamento dos alimentos de origem animal. Pois responsáveis pelos hipermercados e grandes redes de fastfood começam a repensar suas estratégias, afim de atender essa necessidade - e tudo isso decairá sobre os produtores.

Estes, por sua vez terão que atender todas as normas de bem-estar e reduzir o sofrimento animal, caso contrário, não poderão negociar seus produtos para essas redes e terão seus lucros reduzidos drasticamente.

 

O consumidor moderno está mais consciente

 

Quando discutimos o comportamento do consumidor da atualidade, entendemos que a consciência é a palavra do momento.

O presidente do Instituto Certified Humane Brasil, Luiz Mazzon, afirma que o consumidor tem mais conhecimento sobre o impacto dos alimentos industrializados na sua saúde. “O consumidor está mais interessado em saber de onde vem o alimento que consome, e como este é produzido. Em vários casos, ele está até mesmo disposto a pagar mais se percebe um valor agregado em determinado produto em função da forma como ele foi produzido”, comenta.

Há ainda maior facilidade da difusão das informações na era das redes sociais, que aliada ao trabalho mais atuante de organizações dedicadas à defesa dos animais, fizeram com que um maior número de pessoas buscasse conhecer as condições de vida dos animais nas fazendas e granjas de onde sai o seu alimento. Por isso, reduzir o sofrimento animal é passo obrigatório na concepção do consumidor.

 

Benefícios para o produtor e para a indústria ao reduzir o sofrimento animal

 

A adoção do bem-estar animal resulta em intermináveis benefícios aos animais que recebem este tipo de manejo, como qualidade de vida, redução do estresse e maior produtividade. Mas, segundo Mazzon, há também muitos benefícios aos produtores e à indústria.

Para o produtor, o presidente do Instituto Certified Humane Brasil explica que o benefício mais imediato é a percepção que os animais respondem positivamente ao manejo diferenciado, com um comportamento sem stress e boa produtividade.

Além disso, ao reduzir o sofrimento animal, conseguem atingir mercados mais exigentes quanto ao bem-estar. Já para a indústria os resultados mais claros são os produtos com maior qualidade. Uma vez que os animais apresentarão menores níveis de stress, impactando positivamente na qualidade do produto final.

 

Papel da indústria e dos varejistas neste processo

 

Em todo esse processo de mudança de comportamento visando reduzir o sofrimento animal, tanto a indústria quanto os varejistas terão papel de suma importância.

Na concepção de Mazzon, o principal papel da indústria - que concentra a criação dos animais e o processamento dos alimentos - é começar a investir em sistemas de criação com normas estritas de bem-estar animal.

O presidente do Instituto Certified Humane Brasil sugere que todas as indústrias devam esclarecer nos rótulos dos produtos que os animais que deram origem ao alimento foram criados de forma diferenciada.

Não se estabelece uma relação e confiança com os consumidores anunciando que seus produtos respeitaram regras de bem-estar animal sem nenhuma evidência de que realmente o fizeram”, explica.

O consumidor será muito atento aos rótulos neste sentido. Desse modo, é fundamental que as indústrias busquem a certificação em organismos especializados e independentes, “provando” ao consumidor que priorizam o bem-estar animal.

Produtos certificados com bem-estar animal estão cada vez mais presentes na América do Norte e Europa, e começam a se multiplicar pela América Latina também!”, ratifica Mazzon.

 

O futuro das embalagens flexíveis

Qual será futuro das embalagens flexíveis e os benefícios para a indústria? Confira agora no vídeo produzido na Fispal Tecnologia!

 

Uma pesquisa realizada pela assessoria de mercado Maxiquim com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas) revela que, em 2015, o setor de embalagens plásticas produziu 1.815 milhão de toneladas e obteve faturamento mensal de R$ 19.6 bilhões. Esse faturamento corresponde uma alta de 8,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, o que reflete o comportamento do consumidor que associa as embalagens flexíveis a modernidade e sustentabilidade.

Outra importante informação obtida pela pesquisa é que o PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) continua tendo a maior participação nesse segmento de mercado, com 45%, seguido por PEBD (polietileno de baixa densidade) com 27%, PP com 16% e PEAD (polietileno de alta densidade) com 11%. A indústria de alimentos mantém a liderança como principal usuária de embalagens flexíveis de PEBDL, PEBD e PP com, respectivamente, 36%, 269% e 23% de participação.

Gelado por impulso é tendência

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Gelados por impulso são as sobremesas oferecidas perto dos caixas de padarias e supermercados, e que consumimos indo de um lugar para o outro. Entre 2003 e 2013, o segmento cresceu 86%, e de acordo com análises de mercado vai crescer mais 81% até 2020.

“Sorvete por impulso tem que entregar soluções em cobertura, texturas e recheios que fazem diferencia para a venda”, explica o gerente de marketing da Duas Rodas, Marco Paulo Pereira Henriques.