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Fispal Tecnologia traz soluções para a indústria de alimentos e bebidas

Fispal Tecnologia traz soluções para a indústria de alimentos e bebidas

Nos dias 26 a 29 de junho de 2018, no São Paulo Expo, a Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Tecnologia para Indústria de Alimentos e Bebidas, realiza sua 34ª edição com mais de 440 empresas expositoras em mais de 50 mil metros quadrados de pavilhão.

Voltado para indústrias de todos os portes, a Fispal Tecnologia traz as principais tendências em máquinas para embalagens, marcação e codificação, embalagens, processos, equipamentos, acessórios e serviços, automação e logística – oferecendo uma solução completa para mais produtividade no chão de fábrica, resultando em grandes oportunidades de aumento da rentabilidade.

O maior evento de soluções e tecnologia para o segmento de Alimentos e Bebidas da América Latina

A tradição e o compromisso da feira são comprovadas pela opinião dos visitantes. Em pesquisa realizada com quem vai à Fispal Tecnologia, 72% consideram a melhor feira para a Indústria de Alimentos e Bebidas.

Outro destaque é a presença de pessoas de todo o mundo, que comprova a relevância da feira para todo o setor. Na última edição, foram cerca de 40 mil pessoas de 37 países diferentes, que ficaram muito satisfeitas com o que foi apresentado no pavilhão.

Além dos expositores, a Fispal Tecnologia traz atrações durante os quatro dias de feira, em parcerias com entidades importantes para o segmento, como o Senai, Abre e Instituto Mauá de Tecnologia.

Grande destaque, o espaço Indústria 4.0 terá grandes novidades para 2018. Com foco nas tecnologias empregadas na Indústria 4.0, a empresa realizará mais um empreendimento em parceria com o IMT, o Instituto Mauá de Tecnologia.

O Fórum Fispal Tecnologia, o maior encontro de desenvolvimento e atualização da Indústria de Alimentos e Bebidas, também compõe o cronograma de atrações da próxima edição. Na programação, palestras, painéis e debates sobre gestão, com a participação de grandes profissionais do segmento reúnem mais de 500 congressistas para discutir temas pertinentes ao mercado.

Tendências no mercado de sorvetes

mercado de sorvetes

Segundo pesquisa da Mintel, novos sabores e formas de preparo devem fazer o mercado crescer cerca de 81% até 2020. O Brasil é o 10º maior produtor mundial e o 11º maior consumidor, sendo o Nordeste a região com maior número de vendas.

E como esse também é um mercado que acompanha as principais tendências de alimentação, nada mais justo do que se preparar para novos sabores, técnicas e a inclusão de novos consumidores. No post de hoje, portanto, vamos conhecer um pouco mais sobre as tendências no mercado de sorvetes, que prometem, inclusive, ficar por mais um tempo por aqui.

Produção: a vez da alimentação restritiva

O tema alimentação restritiva – ou melhor, alimentação inclusiva – vem ganhando muita força nos últimos tempos, chegando, enfim, ao setor dos sorvetes.

Afinal, não são poucos os brasileiros que possuem algum tipo de restrição alimentar, seja de leite, trigo, açúcar, oleaginosas e outros produtos alimentícios – incluindo, ainda, os vegetarianos e veganos, que não consomem produtos de origem animal, e as pessoas que, apesar de não terem nenhuma restrição alimentar, estão na busca por consumir alimentos mais frescos e saudáveis.

“Essa é uma tendência importante e não será uma daquelas tendências que vêm e passam. Acredito que será algo sólido, porque as pessoas estão mais preocupadas com o que estão comendo", explica Francisco Sant’Ana, idealizador da Escola Sorvete e mestre sorveteiro.

Então, tanto a indústria quanto as sorveterias mais caseiras já podem se preparar para incluir em seus cardápios opções de sorvetes e picolés com os ingredientes mais naturais possíveis.

Também é importante que a sorveteria se preocupe em incluir a lista com os ingredientes em cada um dos sabores, para não gerar dúvidas na hora da escolha dos consumidores, principalmente os que são intolerantes e alérgicos.

Sabores: quanto mais naturais, melhor

Ainda seguindo essa ideia de produção de sorvetes para pessoas com restrições alimentares, no quesito sabor, a tendência vem a ser sinônimo e o mestre sorveteiro é enfático: “Sabores naturais, sempre”.

A tendência são preparos com muitas frutas frescas e os ingredientes mais simples e naturais possíveis. Além disso, os os gelatos e os sorbets como opções mais frescas e com menos ingredientes permanecem como grande oportunidade.

E então, preparado para seguir as tendências de sorvetes? Para ficar por dentro de todas as novidades desse setor, acompanhe sempre as atualizações aqui no blog da Fispal Food Service. Até a próxima!

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Automação é fundamental para a Indústria 4.0

Automação é fundamental para a Indústria 4.0. Entenda

Uma das melhores iniciativas em eficiência que uma empresa pode fazer é investir na automação de processos. Com processos automatizados, gestor e equipe passam a ter mais tempo para executar tarefas estratégicas e demais prioridades da organização, tirando maior proveito do tempo, e, consequentemente, potencializando os ganhos e melhorando a performance do negócio, aumentando, assim, a possibilidade de crescimento da indústria.

No domínio das indústrias, os benefícios da automação industrial podem ser considerados ilimitados. Isso porque ao automatizar um processo é possível aumentar significativamente o seu desempenho global.

Existem diversos tipos de sistemas de automação industrial para atender diferentes exigências e demandas de mercado. Por isso, no intuito de automatizar, as indústrias precisam, antes de tudo, entender o que é a Indústria 4.0, depois projetar, avaliar e adquirir componentes automatizados a fim de construir um sistema automatizado. É por isso que todos os tipos de necessidades podem ser colocados sob um sistema de automação industrial, fazendo com que haja grande adequação a diferentes demandas.

De acordo com o diretor-presidente da Trumpf Brasil, João Visetti, “quanto menos automação, menor é a produtividade”. Ele exemplifica: “muitas pessoas destacam as produtividades alemã e estadunidense, por exemplo, e acham que o brasileiro é preguiçoso, pois não produz a mesma coisa, mas isso não é verdade, a diferença de produção se dá porque, no Brasil, as indústrias não são tão automatizadas como na Alemanha e nos Estados Unidos”.

Para Visetti, quanto mais meios de produção, mais produtividade. “Se você produz rosquinhas de forma manual, por exemplo, precisa de muitas pessoas para atender a uma grande demanda no prazo acordado, agora, com o processo automatizado, a produção de rosquinha acontece mais rápida e é possível que você produza mais para outro cliente”, explica.

Mas, além do aumento da produtividade, a Indústria 4.0 e uma indústria automatizada têm outros benefícios em relação às pouco automatizadas e àquelas que ainda optam ou trabalham com manufatura.

Redução de custos é uma das vantagens da automação

Um sistema de automação industrial é capaz de reduzir os custos de instalações, pois podem oferecer um ágil retorno sobre o investimento por meio do aumento na produtividade e eficiência.

Outro fator que contribui para redução de custos reside no fato de que boa parte dos sistemas automatizados é concebida para economizar energia elétrica quando as máquinas não estão em uso.

Ainda há o fato de que a automação industrial não só simplifica as tarefas de trabalho intensivo e reduz os custos da força de trabalho, como também minimiza a criação de resíduos.

A qualidade e a satisfação do cliente também melhoram com a automação

Máquinas automatizadas são capazes de fornecer resultados consistentes, repetíveis e escaláveis. Quando os fabricantes utilizam a automação industrial, eles eliminam os problemas de controle de qualidade, pois os processos podem ser cuidadosamente regulados e controlados, de modo que a qualidade do produto final seja mais consistente.

Assim, se a indústria produz alimentos, a automação garante os tempos de mistura, aquecimento e espera na fabricação do produto. Se, por outro lado, é uma indústria que necessita produzir soldas exatas e consistentes, robôs em operação farão soldas padrões, mantendo a uniformidade e qualidade.

A Indústria 4.0 e a automação de processos causarão desemprego?

Muitos podem achar que o uso de automação na indústria 4.0 pode gerar desemprego, mas Visetti desmitifica a questão: “os empregos não diminuem, eles mudam, enquanto na manufatura precisa-se de mais pessoas para o trabalho braçal e pesado, na Indústria 4.0, conhecida como a nova revolução industrial, precisamos de pessoas para pensar e programar os processos junto aos gestores, por isso, é preciso investir em estudos e qualificação”.

Para saber mais sobre automatização de processos e Indústria 4.0, continue acompanhando nosso canal de conteúdo e até a próxima.

Tripas naturais ou artificiais? Como escolher o envoltório para salsichas e linguiças sem erros

Tripas naturais ou artificiais? Como escolher o envoltório para salsichas e linguiças sem erros

Desde a antiguidade, o homem vem utilizando diferentes tipos de envoltórios - popularmente conhecidos como “tripas” -, na busca incessante para conservar carnes por mais tempo e ter um produto com maior durabilidade, seja para o consumo durante as longas viagens da época ou para os períodos sem alimento devido ao intenso frio.

Objetivando conservar as carnes decorrentes da caça, os povos antigos, exímios caçadores, cortavam as carnes em pedaços menores, as temperava com sal e, em seguida, as armazenavam dentro da tripa dos próprios animais. Daí surgiu, o que conhecemos hoje como linguiças.

No último século a tecnologia destes produtos evoluiu bastante, principalmente com o avançar do envoltório artificial em substituição as tripas de animais. Porém, algumas práticas básicas atualmente utilizadas são quase tão antigas como aquelas presentes na antiguidade.

O que são embutidos e quais os tipos de tripas naturais e artificiais mais comuns?

Os embutidos são produtos obtidos a partir do processo de moagem de carnes em uma granulometria que varia de grossa a fina, dependendo do tipo de produto, condimento e embutido utilizados.

No processo de embutimento, a massa cárnea é acondicionada em um envoltório ou em tripas, que podem ser naturais ou artificiais, tendo como objetivo principal proteger os produtos de influências externas, além de dar forma e estabilidade.

Eduardo Schulze, diretor na Milenar Comércio de Alimentos LTDA e especialista em embutidos explica que as tripas naturais mais comuns são a suína e a ovina, já as tripas artificiais mais utilizadas são a tripa artificial comestível de colágeno e tripa artificiai de celulose, fibrosas e plásticas não comestíveis.

O especialista explica que cada uma delas têm suas características e usos específicos, e dependem totalmente da necessidade de uso.

Diversos tipos de tripas para diversas necessidades

Devido ao elevado número de opções a disposição da indústria para uso como envoltório, na maioria dos produtos há mais de uma opção e a escolha sempre deve ser feita com base em critérios técnicos, econômicos e de público alvo.

Schulze dá alguns exemplos:

  •  Salsichas tipo hotdog comercializadas sem o invólucro geralmente são cozidas em tripas de celulose, que posteriormente são removidas antes de serem embaladas;
  •  Em produtos cozidos de calibre elevado, recomenda-se o uso de tripas fibrosas, plásticas ou termoplásticas;
  • Linguiças e salsichas que passam por defumação precisam de tripas específicas que permitam o aproveitamento do processo, caso das tripas naturais ou de colágeno;
  • Linguiças que passem por cura, fermentação ou secagem precisam de embutimento em tripas naturais ou de colágeno;
  • Linguiças frescas devem ser embutidas sempre em tripa natural suína, ovina ou de colágeno comestível.

O que considerar na escolha do envoltório para salsichas e linguiças?

Schulze explica que primeiramente, é importante determinar o público alvo do produto. Segundo o especialista “o conhecimento e exigência do mercado e seus consumidores vem aumentando, e isso trás novos desafios e novas oportunidades para a indústria de embutidos”.

Em seguida vem a produtividade, que está intimamente ligada ao fator econômico. Schulze comenta que produtos com margem de lucro baixa devem contabilizar os ganhos em produtividade, já os produtos diferenciados com margens maiores devem procurar o invólucro que traga a maior aceitação do consumidor.

Outra variável é a dinâmica do mercado, que influencia muito na escolha e, por isso, o produtor precisa estar sempre atento ao cenário. “As variações do dólar, importação e exportação tem tido uma dinâmica muito volátil nos últimos anos e os preços dos invólucros têm seguido a tendência e sofrido variações constantes”, comenta.

Por fim, as questões técnicas da escolha se baseiam nas principais diferenças entre cada tipo de envoltório a ser utilizado. Schulze elenca os pontos fundamentais de cada uma delas.

Tripas de colágeno comestíveis 

Ideais para linguiças e salsichas, pois promovem ganho em produtividade, higiene, resistência e padronização de calibre. O ganho de produtividade das tripas de colágeno, principalmente em frigoríficos de médio e grande porte é considerável, pois já vêm prontas para uso.

Não há necessidade de lavar ou enxaguar, reduzindo o manuseio e consequentemente o risco de contaminação. Em contrapartida, as tripas de colágeno têm digestibilidade relativamente menor e sensação de mordida e mastigação menos agradáveis do que as tripas naturais.

Tripas naturais suínas e ovinas

Boas opções para linguiças frescas e salsichas especiais. São ótimas opções para produtos com maior valor agregado. São mais macias e elásticas, com firme aderência à mistura e ótima sensação de mordida, mastigação e digestibilidade, tendo aparência menos industrial.

Em contrapartida, é um produto que gera mais mão de obra, pois na maioria das vezes é conservada no sal e necessita de enxágue.

Tripas artificiais não comestíveis

São ideias para produtos que terão o invólucro removido pelo produtor antes de embalar ou, removidas pelos consumidores (que já são costumeiramente). Tem calibre preciso e excelente resistência mecânica, ótima opção para produtos de grande calibre que passarão por cocção.

Pontos adicionais a serem considerados

Além das características inerentes às tripas e questões econômicas, Schulze indica outros pontos importantes que devem ser considerados. Segundo o especialista, equipamentos disponíveis, capacidade de produção e capacitação/conhecimento dos funcionários são importantíssimos.

Isso porque, determinados produtos precisam de ambientes climatizados e manuseio corretos para que não haja comprometimento dos insumos, caso das tripas de colágeno secas que são suscetíveis à deterioração em ambientes úmidos, perdendo algumas de suas propriedades caso não estejam bem protegidas.

Fispal Food Service apresenta atrações importantes para o setor

Fispal Food Service apresenta atrações importantes para o setor de alimentação fora do lar

Em 2018, nos dias 12 a 15 de junho, a 34ª edição da Fispal Food Service reúne uma série de debates, competições e workshops. A feira pretende apresentar novidades e tendências do setor de alimentação fora do lar e oportunidades de expansão de negócios a gestores de restaurantes, padarias, bares, lanchonetes, entre outros.

A próxima edição da feira contará com uma série de atrações importantes. Uma delas é o II Fórum Gestão à Mesa, organizado em parceria com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes). A atração apresenta painéis de debate, com temas relevantes à cadeia de alimentação fora do lar, como a gestão do negócio e estratégias de marketing, com a participação de palestrantes renomados.

A Copa Brasileira de Pizzarias retorna à feira, em parceria com o Centro Tecnológico de Desenvolvimento de Pizzas e Massas no Brasil. Com o tema “Sabores Regionais Brasileiros”, a competição é aberta a todas as pizzarias do Brasil e tem como finalidade premiar receitas com peculiaridades e sabores que são a cara do Brasil. Com seletivas regionais, a competição tem sua final apresentada na feira, revelando o grande vencedor.

Para o setor de sorvetes, a atração destaque é o Congresso Latino Americano de Sorvetes – Helados. Organizado pela Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (ABIS), seu objetivo é reunir profissionais do setor e discutir temas como mercado, tendências, inovações, regulamentação, rastreabilidade, tributação e nutrição.

Além disso, a Escola de Gelados e Academia de Gelatos são atrações gratuitas que apresentarão as principais tendências de preparo, sabores e novidades para agregar mais valor ao cardápio.

Para quem busca mentoria sobre como melhorar a gestão e a produtividade do seu estabelecimento, a Sociedade Internacional de Consultores de Food Service (FCSI), apresentará durante a feira o projeto Fale com um Especialista. O espaço contará com especialistas que prestarão 30 minutos de consultoria gratuita.

Com isso, a Fispal Food Service pretende trazer um evento completo e ideal para toda a cadeia de food service estar atualizado com os principais assuntos, como gestão, tecnologia, produtividade, economia, entre outros.

Veja como cumprir as regras do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros

Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros

Dentre as normas em que o estabelecimento de alimentação fora do lar deve seguir, o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros está entre as que garantem segurança do local. As normas para obtenção do AVCB seguem decretos estaduais para nortear as instruções técnicas, orientações e especificações do projeto. Em São Paulo é o 56.819/11.

Com renovação entre 1 e 5 anos, o documento é a garantia de que aquele estabelecimento segue todas as instruções de segurança. O AVCB é obrigatório para todo estabelecimento superior a 100 m² - e se o proprietário não o possui, pode estar sujeito a multas e interdição do local. Confira agora o passo a passo para cumprir o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.

Simplificação do processo

Para as micro, pequenas e médias empresas, o atendimento é simplificado, facilitando os trâmites para adquirir a licença. A abertura do estabelecimento nesse segmento é imediatamente autorizado após o procedimento on-line.

O licenciamento do AVCB é feito diretamente no site do governo paulista, e autorizado mediante certificados eletrônicos que comprovem o cumprimento das exigências de segurança.

Vistoria do Corpo de Bombeiros

Após o envio da documentação, é necessário aguardar a vistoria do Corpo de Bombeiros. É nessa visita que será possível checar a veracidade das informações para a liberação oficial do documento.

O prazo da liberação varia a cada caso. “Pode levar alguns dias ou até meses. Muitas vezes demora porque os bombeiros pedem alteração ou algum equipamento, e há demora na mudança ou na compra”, comenta Percival Maricato, presidente Abrasel São Paulo (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).

Exigências do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros

As exigências variam de acordo com o porte do estabelecimento. Dentre as medidas mais comuns, estão:

  • Plano, iluminação e sinalização de emergência
  • Identificação em locais com centrais GLP
  • Alarme de incêndio
  • Brigada treinada
  • Rota de fuga

Para a implementação, o empresário terá de arcar com alguns custos – que são influenciados por área, público esperado e tipo de imóvel. Em média, casas menores desembolsam entre R$ 5 mil e R$ 10 mil enquanto as maiores podem gastar mais de R$ 100 mil.

Rogerio Santos, arquiteto e diretor técnico comercial orienta que em caso de reformas, uma nova vistoria pode ser recomendada. “Quando há reforma ou ampliação deve ser aprovado outro projeto ou feita uma atualização. Em estabelecimentos acima de 750 m² o novo processo pede memorial de cálculo hidráulico e da edificação, dentre outros documentos específicos”, finaliza.

Reforma Trabalhista: veja o que muda para a indústria A&B

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Vigorando desde 11 de novembro, a Reforma Trabalhista trouxe uma série de dúvidas, tanto para trabalhadores como administradores. O novo texto trouxe mais de 100 alterações na relação entre as empresas e trabalhadores.

Entre os diversos assuntos, alguns trazem mais impactos para a indústria. É o caso do trabalho intermitente, hora de intervalo, entre outros pontos. Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a nova lei privilegia o diálogo e valoriza a negociação em detrimento do conflito judicial.

“A Lei 13.467/17 moderniza as relações do trabalho tendo como premissas a valorização do diálogo, a segurança jurídica e a redução da burocracia”, afirma o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade.

Embora trazendo um cenário positivo para a indústria, muitos empresário ainda não estão bem informados sobre as mudanças que a reforma trabalhista gerou.

De acordo com pesquisa realizada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria de São Paulo (Simpi), apenas 15% dos micro e pequenos empresários, de fato, estão bem informados sobre as mudanças que ela provocou na legislação.

Para ficar por dentro das principais mudanças, confira agora os principais pontos da Reforma Trabalhista que impactam o setor da indústria de alimentos e bebidas.

Principais mudanças

Dos 922 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foram alterados 54, inseridos 43 novos e revogados 9 – um total de 106 dispositivos. Entre os que mais impactam a indústria de alimentos e bebidas, podemos destacar:

  • Jornada de trabalho 12x36: com a reforma, esse modelo passa a ser válido mediante acordo além de convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, por meio de contrato individual, desde que escrito;
  • Intervalo: a lei mantém o intervalo mínimo de 1 hora, mas permite a redução por negociação coletiva ou individual;
  • Fracionamento de férias: quando realizado em comum acordo, as férias podem ser concedidas em até três períodos – entre cinco e 14 dias corridos;
  • Terceirização: agora é possível terceirizar qualquer atividade da empresa, inclusive sua atividade principal;
  • Contribuição sindical: o que antes era obrigatório, a contribuição sindical agora passa a ser facultativa entre empregados e empregadores.

Mais flexibilização nos vínculos empregatícios

A geração de empregos é uma das principais expectativas do setor. “Estamos absolutamente convencidos de que este texto vai promover a geração de novos postos de trabalho, porque ele cria uma série de mecanismos, flexibilidade e modernização”, afirma Glauco José Côrte, presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).

Para a indústria, a jornada intermitente é uma das grandes novidades. Esse modelo de contratação vai permitir o trabalho descontínuo por dias ou horas, com pagamento proporcional ao período trabalhado.

Os acordos coletivos e convenções também têm sua negociação mais flexível. Agora, sindicados e empresas podem negociar juntamente com os empregados suas condições de trabalho – de forma segura. No entanto, direitos como direitos como seguro-desemprego, salário mínimo, licença maternidade e paternidade e repouso semanal remunerado, entre outros, não poderão ser negociados.

O impacto da Reforma Trabalhista nos bares e restaurantes

O impacto da Reforma Trabalhista nos bares e restaurantes

A Reforma Trabalhista entra em vigor, impactando principalmente o setor de alimentação fora do lar. A partir de agora, diversas relações entre empregador e funcionário podem ser mudadas. Entre elas está o modelo de trabalho intermitente, que possibilita que as empresas contratem um funcionário para trabalhar esporadicamente e pagá-lo apenas pelo período em que prestou seus serviços. Ou seja, os restaurantes podem contratar apenas para o período de alta temporada de seus estabelecimentos.

Além disso, outros pontos importantes impactam diretamente os bares e restaurantes, como mudanças no modelo de intervalos, hora extra e banco de horas, além de maiores possibilidades de acordos entre empresas e empregados.

“A Reforma Trabalhista gera uma grande expectativa ao setor. Com ela, esperamos que haja mais empregabilidade, possibilitando ao empresário, mais seguro, investir mais”, afirma Percival Maricato, presidente da Abrasel SP (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – São Paulo).

Mais flexibilização da relação do trabalho

O setor de alimentação fora do lar terá na Reforma Trabalhista uma oportunidade de aprimorar seu atendimento ao cliente, reduzindo custos sem diminuir a qualidade no atendimento. Percival afirma que esse é um dos pontos mais importantes para o setor. “Com isso, o gestor contrata de acordo com a clientela, e não por uma obrigação burocrática”, explica.

Entre os modelos de contratação estão o intermitente e o temporário. O modelo intermitente permite a contratação somente pelas horas necessárias, com o pagamento proporcional ao tempo de trabalho. O presidente da Abrasel SP explica que isso facilita a adequação do atendimento em bares e restaurantes nos finais de semana e datas suplementares, como Natal e Ano Novo.

Já o modelo de contratação temporária é ideal em datas festivas, temporadas turísticas e em casos de pessoas afastadas por licenças médicas, por exemplo. “Com a Reforma Trabalhista o setor poderá fazer alterações, facilitando a adequação da necessidade dos trabalhadores para o melhor atendimento dos clientes” diz. Maricato ainda recomenda que esse tipo de contratação seja feita com o auxílio de uma empresa especializada, que se incumbirá das obrigações burocráticas e trará mais facilidades ao gestor.

Lei da Gorjeta

O texto da Reforma Trabalhista retirou os parágrafos da Lei da Gorjeta introduzidos na CLT. Nela, havia garantido o dinheiro aos empregados, com a distribuição e rateios definidos por convenção ou acordo coletivo. A Medida Provisória com as alterações na reforma trabalhista recoloca a Lei da Gorjeta no texto. O Congresso tem prazo de 120 dias para analisar as mudanças até que a MP perca a validade.

Para que o gestor possa definir como será feito o pagamento das gorjetas, Percival recomenda uma conversa aberta com os funcionários. “Nós recomendamos que haja uma assembleia democrática que conste em ata e tenha lista de presença, para definir com clareza como será dividida a gorjeta”, diz. Ele afirma que essa é a melhor forma de evitar futuros problemas.

Seu produto pode durar mais na prateleira com a embalagem certa. Veja como escolher

Seu produto pode durar mais na prateleira com a embalagem certa. Veja como escolher

Embalagens que podem melhorar a vida útil na prateleira são aquelas que evitam a oxidação do produto causada pelo contato com o oxigênio que está presente em nosso ar e que atua na propagação de bactérias, fungos e microorganismos.

De acordo com o gerente de vendas das divisões de inspeção e embalagem da Sunnyvale, Alessandro Paixão, a vida útil do produto em prateleira pode variar de acordo com o tipo de embalagem empregada. Caso o produto esteja apenas selado sem que se faça o vácuo ele pode ter uma vida útil menor do que se estiver embalado a vácuo que faz com que o produto possa chegar a ter até 10 vezes mais vida útil. Nesse caso deve-se fazer testes de durabilidade do produto quando in-natura, embalado a vácuo ou embalado com gases para se chegar ao melhor tempo de vida para o produto.

“Cada produto deve passar por uma análise anterior à chegada ao mercado para definir o tempo de exposição máximo em prateleira. E se o mesmo deve ficar refrigerado ou congelado”, comenta. Por exemplo, a carne bovina quando embalada a vácuo pode ter sua vida útil aumentada para mais de um mês e quando exposta sem embalagem deve ser consumida no máximo em 3 dias se mantida refrigerada. O uso de embalagens garante maior durabilidade, porém, o tempo de vida do produto depende muito do quanto cada produto carrega de oxigênio internamente e sua reação a temperaturas diversas.

Para que todo o processo aconteça corretamente são utilizadas embaladoras a vácuo para fazer a retirada do oxigênio e realizar a selagem da embalagem para que não haja penetração do ar ambiente. “Uma das vantagens de utilizar a embalagem a vácuo é que nela os produtos não têm perda de peso ou líquidos, mantendo a umidade padrão do produto e seu aspecto de fresco”, comenta.

Na produção dessas embalagens, geralmente são utilizados sacos plásticos confeccionados com barreiras de diferentes tipos de compostos como, por exemplo, a combinação de Polietileno de Baixa Densidade e Poliamida. Cada um tem uma função especifica como controle de barreira do oxigênio e também de umidade.

Paixão comenta que proteínas animais como carnes de bovinos, suínos, frangos e peixes são as mais habituais a receberem esses tipos de embalagens para que se tenha um prolongamento de sua vida útil e também a preservação de seu frescor. Porém, muitas outras proteínas acabam recebendo tratamentos e embalagens especificas para ter sua durabilidade aumentada.

Planejamento: Conheça o Business Model Canvas

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O Business Model Canvas ajuda a montar o planejamento estratégico da sua empresa de forma prática e eficiente. A ferramenta foi criada pelo suíço Alexander Osterwalder, e permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou já existentes.

Totalmente visual e dinâmico, atua como um mapa pré-formatado com nove blocos, que descrevem os elementos fundamentais para o bom futuro do negócio: O que, Como, Para quem e Quanto. Assim, você terá o panorama geral do seu projeto de forma visual, a fim de facilitar as tomadas de decisão.

Esse método pode ser aplicado em todos os segmentos de mercado, inclusive na indústria de alimentos e bebidas. Vale formatar seus planejamentos já existentes ou iniciar a pesquisa de onde é possível inovar na sua fábrica. Confira agora como é feito o Business Model Canvas e veja dicas de como aplica-lo na sua empresa.

Como preencher

As ideias representadas nos nove blocos formam a conceitualização do negócio, ou seja, a forma como uma empresa deve operar para gerar valor ao mercado. Há diversos layouts do método disponíveis para download na Internet, que podem ser impressos em grandes folhas para facilitar a visualização de cada estratégia.

Ao contrário das dezenas de páginas do Plano de Negócios, os blocos do Canvas devem ser preenchidos com adesivos autocolantes (post-its) para facilitar o acréscimo, a remoção e a realocação das ideias.

Para Renato Barros, consultor do Sebras/RJ, isso dá mais dinamismo à construção das ideias. “Os post-its devem mudar de lugar, pois o Canvas é uma ferramenta “viva”, que precisa estar sempre em movimento. Deixá-lo estático é uma forma de fadá-lo ao fracasso”, diz.

Para a indústria, a utilização do Business Model Canvas é um recurso importante para agilizar a melhoria de processos no chão de fábrica, principalmente micro, pequenas e médias empresas. Essa estratégia pode ser usada, inclusive, para a adequação do negócio para o Indústria 4.0.

Vantagens do Business Model Canvas:

  • Ganho na agilidade nos processos estratégicos de criação e inovação, por ser uma ferramenta flexível e de fácil compreensão, que pode ser alterada de acordo com necessidades específicas;
  • Rápido entendimento do modelo de negócio e fácil visualização da relação/influência entre as áreas;
  • Facilidade de visualização dos principais pontos que devem ser levados em consideração na hora de tirar uma ideia do papel;
  • Conquista de mais clientes e lucros.

Traga a inovação para a sua fábrica e aproveite todos os benefícios que o Business Model Canvas pode oferecer.