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Qual o futuro do mercado das proteínas no Brasil?

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Nas últimas décadas, a demanda pelas proteínas de origem animal cresceu gradativamente. Paralelo a isso, ‘’Consumidores Conscientes’’ tem procurado tomar decisões sustentáveis em suas compras, com isso, as proteínas de origem vegetal vem ganhando espaço. Segundo dados da Euromonitor, embora as proteínas vegetais ainda sejam um mercado de nicho no país, a preocupação dos consumidores com a origem dos alimentos encoraja o mercado a inovar e crescer neste ramo. Hoje o plant based não é só mais para  vegetarianos e veganos, tambémonívoros e flexitarianos (aqueles que optam pela redução de carne em alguns momentos).

Pesquisas mostram que o consumo de proteína animal per capita no mundo deve aumentar  20% até 2030. Isso devido ao aumento da população mundial e ao aumento da renda da população, principalmente em países em desenvolvimento, fazendo com que as pessoas busquem alternativas melhores para a alimentação, claro, isso são dados pré pandemia.

No Brasil, dados da Euromonitor apontam um crescimento na produção de proteínas, de 100% ao ano, e grande parte disso seria destinada a exportação. Mas para este crescimento acontecer, será necessário a implementação de novas tecnologias para melhor aproveitamento e produção desta matéria prima.

A crescente tendência do consumo de proteínas de origem vegetal é evidente, junto a ela encontramos um estilo de vida que traz novos hábitos alimentares, priorizando produtos mais naturais e sustentáveis. O mercado das proteínas apresenta agora uma grande oportunidade de desenvolvimento para as indústrias brasileiras, não basta ser plant based, precisa ser clean label, de origem, acessível e claro, saboroso! Pensando com esse drive, a americana Tyson, grande produtora de proteína animal que já embarcou nos produtos plant based criou recentemente o hambúrguer “hibrido” metade de ervilha metade de carne bovina.

Segundo pesquisa do IBOPE, 14% da população no Brasil se diz vegetariana, trazendo um crescimento no interesse de produtos sem proteína animal. Já encontramos no varejo geral brasileiro, e não apenas em casas especializadas algumas versões plant based de produtos originalmente cárneos, como nuggets, presuntos, salsichas e hambúrgueres. Bebidas vegetais vem em segundo lugar nessas substituições.
Ainda veremos muitas inovações nesse sentido nos próximos anos! Com ou sem crise.

Fonte: ONU, IBOPE, FAO, Euromonitor, SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira)

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